segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Dízimos o que isto é...


Introdução:

Este pequeno seminário é uma fonte de bênção para todos os que Amam a palavra de Deus e que realmente querem ser Abençoados com toda sorte de bênção do céu em cristo. Escrevi está apostila usando perguntas para melhor compreensão do conteúdo da mesma, e responder a muitos questionamentos de tão elevado tema que é o dízimo. Creio que todos aqueles que participarem deste seminário serão alcançados com a benção da fartura que só tem os que são fiéis ao senhor com os dízimos e ofertas.

Sumário

• Por que, não sou abençoado já que
dou os meus dízimos ao senhor?
• Como devemos dar os nossos dízimos?
• De quem são os dízimos?
• A onde devemos dar os dízimos?
• Porque devemos dar os dízimos?
• O que não é dizimo?
• Porque muitos não são disfemistas?
• Quem deve participar dos dízimos?
• Como os dízimos devem ser administrados?

Porque Não sou abençoado já que dou os meus dízimos ao senhor?

• Não basta darmos os dízimos ao senhor se não estamos dando com
alegria mais com tristeza por estamos dando os nossos dízimos.

• Muitos dão os dízimos e colocam Deus na parede proferindo ameaças.

• Muitos dão os dízimos pela metade.

• Muitos sem serem sacerdotes administram os dízimos do senhor.

• Muitos dão os dízimos e tocam trombetas que são disfemistas.

• Muitos dão os dízimos e falam que não deveriam ter dado porque lhes fez
falta.

• Muitos dão o pior que tem para o senhor pensando que é dízimo ao senhor na realidade não é dizimo, é uma oferenda ao deus da avareza da miséria da estrema pobreza e não ao Deus de toda riqueza.

• Muitos dão os dízimos e não são zelosos com que tem, desperdiçam e estraga as coisas que o senhor tem dado para zelar.

• Muitos são maus administradores dos 90% que o senhor nos dar para administrar, e a má administração nos faz sermos servos maus e infiéis, pois Deus quer que multiplicamos, pois quando diminuímos os nossos dízimos diminui e a obra do senhor e atingida.

• Muitos São dízimistas mais são negligentes no trabalho secundário e na obra do senhor.

• Muitos São dízimistas e se entregam a infidelidade com as coisas santas do senhor

• A desonestidade nos negócios e uma trava que trava as portas da prosperidade na sociedade, pois ninguém gosta de gente desonesta. Imagine Deus que é justo em tudo que faz.

• A falta de misericórdia e um fator que impede a benção da prosperidade, como, pois queremos que Deus seja misericordioso conosco se não temos compaixão da miséria do nosso próximo. Os fariseus davam os dízimos mais não tinha misericórdia.

• O orgulho religioso: Na historia do publicano e o fariseu contemplamos o orgulho do fariseu devoto nos seus dízimos, e o publicano que reconheceu os seus pecados e foi justificado diante de Deus. Cuidado com seu orgulho religioso.

• A falta de submissão.

• A falta da voluntariedade.

• A inveja e cobiça.

Como devemos dar os nossos dízimos?

• Der os dízimos com alegria. Se dermos os dízimos com tristezas no coração aumentaremos a tristeza que á em nosso coração, e receberemos com tristeza bens que não nos alegrará.

• Der antes de comprar alguma coisa para você. Em regra geral é melhor prevenirmos antes de irmos às compras para não coremos o risco de gastarmos o dízimo do senhor.

• Der o dizimo do seu tempo honrando ao senhor priorizando o dia de domingo indo à escola dominical e louvando ao senhor.

• Der o melhor de tudo que você tem. O que de ruim você tem use você mesmo não der ao senhor.

• Der agradecendo a Deus por você ser dízimista voluntário.

• Der voluntariamente e não forçado.

• Der sem se gabar.

• Der sem querer algo em troca.

• Der você mesmo, não transfira está responsabilidade a outra pessoa.

De quem são os dízimos?

• Os dízimos são do senhor e dos levitas e sacerdotes que servia ao senhor na tenda da congregação (Nm 18:21-28)

A onde devemos dar os dízimos?

• Na igreja que congregamos e não em outra igreja.

• Na tesouraria da igreja e nunca a obreiros que não são tesoureiros da casa do senhor.

• A membros que não tem autoridade para receber os dízimos.

Porque devemos dar os dízimos?

• Porque é uma proteção financeira Ml 3:11

• Porque é uma benção abundante Ml 3:10

• Porque é um mandamento Ml 3:10

• Porque alegramos o coração de Deus 2Co 9:7

• Porque é bom, e trais alegria a nossa alma.

• Porque abençoa o povo de Deus e a sua obra.

• Porque é uma proteção contra a avareza e inveja.

• Porque o dízimo é santo Lv 27:30-32

• Porque tudo pertence ao senhor Sl 24:1

• Porque desfrutaremos dele na casa de Deus Dt 14:23

• Porque é bem melhor dar do que receber At 20:35

• Porque o nosso real tesouro está no céu Mt 6:20

• Porque Deus suprirá todas as nossas necessidades Fp 4:19

• Porque Deus nos livra das preocupações.

• Porque o senhor nos guarda das más influencias de crentes infiéis.

• Porque teremos sucesso em nossos negócios.

O que não é dizimo?

• Dízimo não é salvação.

• Dízimo não é perdão de pecados.

• Dízimo não é oferta.

• Dízimo não é coisa de homens e sim de Deus.

• Complemento financeiro.

• Dízimo não é 20% é 10% o que passar disto é oferta ao senhor.

• Dízimos não é poupança de obreiros.

• Dízimo não é trampolim para consagração ministerial.

Porque muitos não são disfemistas?

• A falta de ensinamento da doutrina do dízimo leva muitos a não serem disfemistas. Muitos pastores não ensinam os membros da sua igreja à doutrina do dízimo por ter medo dos membros o interpretarem como um pastor avarento e que só fala de dinheiro. Meus colegas quanto mais você ensinar sua igreja a dizimar, tanto mais ela vai dizimar. Se nos não ensinarmos estaremos amaldiçoando os nossos irmãos, pois é o nosso dever ensiná-los a serem abençoados e não amaldiçoados.

• A incredulidade: não acreditam que os dízimos são benção para os que são fiéis, e acham que não serão prejudicados financeiramente.

• Conselhos ao contrario de crentes infiéis que só querem sugar da igreja e nunca colaboram com a obra do senhor.

• Ensinamentos de falcas doutrinas concernente a doutrina do dízimo.

• A má aplicação dos dízimos na igreja.

• Desvios de finalidades das finanças para uso pessoal fora dos padrões bíblicos.

Quem deve participar dos dízimos?

• Os obreiros fiéis nos seus dízimos.

• Os crentes fiéis nos seus dízimos.

• Os missionários que realmente são missionários.

A igreja deve receber dízimos dos não crentes?

• A igreja deve recebe dízimos dos não crentes quando não tem conhecimento da origem do dinheiro, se tem conhecimento que o dinheiro tem sua origem no roubo, e na prostituição, o tal dinheiro tem que ser rejeitado, pois é amaldiçoado, e, portanto quem o recebe e igualmente amaldiçoado.

Quem não deve participar dos dízimos?

• Os obreiros infiéis que não dão dízimo.

• Os crentes infiéis que não dão dízimo.

• Os que são contra o pastor da igreja e que vivem fazendo montinho para derrubá-lo.

• Crentes que são contra a igreja em geral e vivem falando da mesma.

• Os que são contra a doutrina do dízimo.

• Os negativos que não apóia os projetos da igreja.

• Os que vivem escandalizando a obra do senhor

Como os dízimos devem ser administrados?

1- Segundo o consenso do ministério.
2 - Conforme a palavra de Deus.
3 - Com sabedoria.
4 - Com verdade.
5 - Economicamente.

Os que não são dízimista estão apitos para participar da ceia do senhor?

A bíblia nos diz em 1 aos coríntios capitulo 6 e versículos 9 e 10, que os ladrões não herdarão o reino de Deus, portanto quem não é fiel nos seus dízimos não podem tomar a ceia do senhor. Tem o corpo de cristo parte com ladrões? Claro que não quem assim toma a ceia do senhor está tomando para sua própria condenação, e é por causa disto que temos muitos crentes doentes, que não são curados, e muitos fracos que não são fortalecidos, e dormentes que não são acordados.

AS RAZÕES DOS NÃO-DIZIMISTAS

Hebreus 7.1-10

A doutrina do dízimo é inaceitável para aqueles que ainda não tiveram uma experiência pessoal com Jesus Cristo. Isto porque não foram ainda marcados pela consciência da causa de Deus nem pela prioridade do Seu Reino. No Novo Testamento a palavra DÍZIMO aparece 9 vezes e ligadas a duas situações:

1) Mt 23.23 = Partindo dos lábios de Jesus em relação aos fariseus.

Jesus aqui reafirma a necessidade do dízimo, ao mesmo tempo em que denuncia sua prática como demonstração de piedade exterior (Lc 18.12) - "Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho." Também Jesus denuncia a prática do dízimo como substituição de valores do Reino tais quais: justiça, misericórdia e fé (Lc 11.42).

2) Hb 7. 1-10 = Eis as lições desse texto:

a) O Pai da fé deu dízimo de tudo - v. 2;

b) O pai da fé deu o dízimo do melhor - v. 4;

c) A entrega dos dízimos se deu não por pressão da lei, uma vez que o povo israelita ainda não existia e, portanto, muito menos a lei judaica - v. 6;

d) Hebreus nos faz perceber e reconhecer a superioridade do valor do dízimo que é dado a Cristo (imortal) em relação ao dado aos sacerdotes (mortais) - v. 8;

e) O autor destaca que os que administram os dízimos também devem ser disfemistas - v. 9.

Ser ou não ser dízimista é uma questão de acreditarmos na causa que abraçamos, na "pérola que encontramos."

Hoje muitos crentes não são fiéis a Deus na entrega dos dízimos. Para justificar esta atitude criam várias justificativas e desculpas. Se dependessem deles a igreja fecharia as portas. Não existiriam templos, nem pastores, nem missionários, nem bíblias distribuídas, nem assistência social.

Eis as justificativas clássicas dos não – dízimistas:

I. JUSTIFICATIVA TEOLÓGICA

Ah, eu não sou dízimista, porque DÍZIMO é da lei. E eu não estou debaixo da lei, mas sim da graça.

Sim! O dízimo é da lei, é antes da lei e é depois da lei. Ele foi sancionado por Cristo. Se for a graça que domina a nossa vida, porque ficamos sempre aquém da lei? Será que a graça não nos motiva a ir além da lei?

Veja: a lei dizia: Não matarás = EU, PORÉM VOS DIGO AQUELE QUE ODIAR É RÉU DE JUÍZO

A lei dizia: Não adulterarás = EU, PORÉM VOS DIGO QUALQUER QUE OLHAR COM INTENÇÃO IMPURA...

A lei dizia: Olho por olho, dente por dente = EU, PORÉM VOS DIGO: SE ALGUÉM TE FERIR A FACE DIREITA, DÁ-LHE TAMBÉM A ESQUERDA.

A graça vai além da lei: porque só nesta questão do dízimo, ela ficaria aquém da lei? Esta, portanto, é uma justificativa infundada.

Mt 23.23 = justiça, misericórdia e fé também são da lei. Se você está desobrigado em relação ao dízimo por ser da lei, então você também está em relação a estas virtudes.

II. JUSTIFICATIVA SENTIMENTAL

Muitos dizem: A bíblia diz em II Co 9.7 "Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria" = espontânea e com alegria. Só que este texto não fala de dízimo e sim de oferta. Dízimo é dívida. Não pagar dízimo é roubar de Deus.

Perguntamos também: O que estará acontecendo em nosso coração que não permite que não tenhamos alegria em dizimar? Em sustentar a Causa que abraçamos e defendemos?

III. JUSTIFICATIVA FINANCEIRA

"O que eu ganho não sobra ou mal dá para o meu sustento.

1) O dízimo não é sobra = Dízimo é primícias. "Honra ao Senhor com as primícias da tua renda." Deus não é Deus de sobras, de restos. Ele exige o primeiro e o melhor.

2) Contribua conforme a tua renda para que a tua renda não seja conforme a tua contribuição = Deus é fiel. Ele jamais fez uma exigência que não pudéssemos cumprir. Ele disse que abriria as janelas dos céus e nos daria bênçãos sem medidas se fôssemos fiéis. Ele nos ordenou a fazer prova Dele nesta área. Ele promete abrir as janelas do céu! Ele promete repreender o devorador por nossa causa.

3) Se não formos fiéis, Deus não deixa sobrar = Ageu diz que o infiel recebe salário e o coloca num saco furado. Vaza tudo. Foge entre os dedos. Quando somos infiéis fechamos as janelas dos céus com as nossas próprias mãos e espalhamos o devorador sobre os nossos próprios bens.

IV. JUSTIFICATIVA ASSISTENCIAL

"Prefiro dar meu dízimo aos pobres. Prefiro eu mesmo administrar meu dízimo.

“A Bíblia não nos autoriza a administrar por nossa conta os dízimos que são do Senhor. O dízimo não é nosso. Ele não nos pertence. Não temos o direito nem a permissão nem para retê-lo nem para administrá-lo. A ordem é: TRAZEI TODOS OS DÍZIMOS À CASA DO TESOURO PARA QUE HAJA MANTIMENTO NA MINHA CASA. A casa do Tesouro é a congregação onde assistimos e somos alimentados.

Mas será que damos realmente os "nossos" dízimos aos pobres? Com que regularidade? Será uma boa atitude fazer caridade com a parte que não nos pertence?

V. JUSTIFICATIVA POLÍTICA

"Eu não entrego mais os meus dízimos, porque eles não estão sendo bem administrados."

Não cabe a nós determinar e administrar do nosso jeito o dízimo do Senhor que entregamos. Se os dízimos não estão sendo bem administrados, os administradores darão conta a Deus. Não cabe a nós julgá-los, mas sim Deus é quem julga. Cabe a nós sermos fiéis.

Não será também que esta atitude seja aquela do menino briguento, dono da bola, que a coloca debaixo do braço sempre que as coisas não ocorrem do seu jeito?

Deus mandou que eu trouxesse os dízimos, mas não me nomeou fiscal do dízimo.

VI. JUSTIFICATIVA MÍOPE

"A igreja é rica e não precisa do meu dízimo."

Temos conhecimento das necessidades da igreja? Temos visão das possibilidades de investimento em prol do avanço da obra? Estamos com essa visão míope, estrábica, amarrando o avanço da obra de Deus, limitando a expansão do Evangelho?

AINDA, não entregamos o dízimo para a igreja. O dízimo não é da igreja. É DO SENHOR. Entregamo-lo ao Deus que é dono de todo ouro e de toda prata. Ele é rico. Ele não precisa de nada, mas exige fidelidade. Essa desculpa é a máscara da infidelidade.

VII. JUSTIFICATIVA CONTÁBIL

"Não tenho salário fixo e não sei o quanto ganho."

Será que admitimos que somos maus administradores dos nossos recursos? Como sabemos se o nosso dinheiro dará para cobrir as despesas de casa no final do mês?

Não sabendo o valor exato do salário, será que o nosso dízimo é maior ou menor do que a estimativa? Porque ficamos sempre aquém da estimativa? Será auto - proteção? Será desinteresse?

VIII. JUSTIFICATIVA ECLESIOLÓGICA

"Não sou membro da igreja"

Acreditamos mesmo que os nossos deveres de cristãos iniciam-se com o Batismo e a Profissão de Fé ou com a inclusão do nosso nome num rol de membros?

Não será incoerência defendermos que os privilégios começam quando aceitamos a Cristo: (o perdão, a vida eterna) e os deveres só depois que nos tornamos membros da igreja? Somos menos responsáveis pelo crescimento do Reino de Deus só porque não somos membros da igreja?

CONCLUSÃO

É hora de abandonarmos nossas evasivas. É hora de darmos um basta às nossas desculpas infundadas. É hora de pararmos de tentar enganar a nós mesmos e convencer a Deus com as nossas justificativas.

É hora de sermos fiéis ao Deus fiel. É hora de sabermos que tudo é de Deus: nossa casa, nosso carro, nossas roupas, nossas jóias, nossos bens, nossa vida, nossa saúde, nossa família. TUDO É DELE. Somos apenas mordomos, administradores. Mordomos e não donos. Deus quer de nós obediência e não desculpas. Fidelidade e não evasivas.

Que atitude vamos tomar? Nosso coração está onde está o nosso tesouro. Se buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus, não vamos ter problemas com o dízimo. Amém.

"Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o mundo e aqueles que nele habitam" (Sl 24.1).

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

seminário um obreiro aprovado para aprovar



introdução


este seminário foi preparado com muita oração e leitura da palavra de Deus,visando a sua edificação espiritual no ministério,afim de que seja um obreiro aprovado no reino de Deus. neste seminário vamos falar de ética ministerial. e bem verdade que desiste vários tipos de ética, porem vamos trata da ética ministerial.para compreendermos melhor os assuntos que vamos tratar temos que entender o quer siquinifica ética: ética significa o estudo critico da moralidade .consiste da analise da natureza da vida humana, incluindo os padrãos do "certo" e "errado",pelos quais sua conduta possa ser guiada .em resumo :ética e na pratica aquilo que você pensa e faz.a ética do senhor e diferente da dos homens, pois Deus não confunde as coisas tudo que Deus faz e perfeito,a sua ética e a melhor ética a ser seguida por todos que querem ser certos em todas as árias da vida.a ética humana confunde o certo com o errado a luz com as trevas o doce com o amargo a moralidade com a imoralidade,este tipo de ética e uma ética diabólica,imfelismente muitas igrejas e obreiros estão vivendo nos padrãos éticos do mundo. neste trabalho sunsinto que realça o melhoramento de todos quer tem a árdua tarefa de ministra a palavra no altar do senhor, vamos a prendermos a sermos obreiros que sabe o que estamos fazendo para o senhor e como vamos fazer para agradar ao senhor da seara que nos confiou a sua obra .

o obreiro e a mensagem

quando nos obreiros estivemos pregando a palavra do senhor temos quer ter cuidado com alguns detalhes que deve ser levado a serio;não devemos deixa passar despesebidos vários fato-ris os quais são:

o tempo:o pregador quer bem utilizar o tempo ao ministra a palavra, saberá repartir o tempo conforme o esboço da sua mensagem.não podemos desperdiçar o tempo da mensagem:


1. com saúdaçães prolongadas(lc 10.4)
2. com louvores prologados(jr 7.1-2)
3. com orações prolongadas(mt 23.14;6.7)
4. com historias sem sentido:
5. com desabafo pessoal:
6. espumando demónios:
7. com linguagens desnesesarias que não edifica:


O apostolo Paulo quando escreveu para a igreja de Éfeso,eli chamou a atenção da igreja para remir o tempo,para que a mesma pode-se vencer os dias mal.se compreendemos o quer significa remir o tempo seremos obreiros mais produtivos na congregação a onde servimos ao senhor.vamos analisar o quer significa remir o tempo...

O que significa remir o tempo?

significa aprovei talo o máximo posivel:muitos obreiros são improdutivos por quer ainda não compreenderão que é nessesario aproveitar o tempo na obra do senhor.o fracasso e falta de sussaso de muitos e a negligencia neste sentido,queres ser abençoado na obra em vista o máximo do seu tempo pra Deus.

significa usar o tempo sabiamente:para exercermos alguma função na igreja,temos quer usar o tempo com sabedoria ,se não...o nosso tempo e esforço serão perdidos, e quando presizarmos de forças e de tempo não teremos.muitos obreiros passam muito tempo servindo ao senhor e não crescem espiritualmente e nem ministerial,por não viver em sabedoria,fazem as coisas nus trancos e arancos e não sai do lugar,são como cavalos de pau vai para frente e para trais mas não sai do lugar.temos que fazer e produzir frutos que permanece.

significa organização

significa ugencia

A oração:a oração e o canal que flui a unção divina na ora da pregação.temos quer orar antes e durante a ministração da palavra,se falharmos nisto, em nosso dever d oramos não teremos a unção nesessaria para vermos o senhor opera. o obreiro que deixa para ora, só na ora de entregar a mensagem não terá susseso e nem unção na ministração da palavra;queres ter unção e poder em sua mensagem ore, ore e não pare de ora.

A tranquilidade:a tranquilidade elimina o nervozirmos.

A sensibilidade:a sensibilidade trais comprienção e revelação antes e durante a ministração da palavra.

O equilíbrio: um o equilíbrio nus mantém firmes diantes de setuaçães adversas,não podemos sermos pregadores que não tem equilíbrio emocional e físico.temos quer manter o equilibro na ministração, pois as pessoas não querem ouvir um pregador que não mantém um equilíbrio nas suas atitudes e palavras estude a sua postura que você vai melhora e será eselente obreiro,e útio na obra do senhor.

que Deus nos ajude a colocarmos em pratica estes fatores esencias que trás o susesso na ministração da palavra.

O obreiro e o microfone

Venho observando há muito tempo em nossos cultos o uso incorreto do microfone; para evitarmos o uso incorreto do microfone temos que usar algumas regras básicas que nos ajudara a manter o equilíbrio a o ousarmos o microfone:

1. Regra: mantenha a boca longe do globo do microfone uns 0,10ª 15 cm, isto evitara que a voz venha a sair, abafada e áspera, e todos compreenderam a mensagem, e extrairá o melhor da mesma e o nome de Jesus será glorificado.

2.Regra: mantenha o globo do microfone limpo; para manter o globo do microfone limpo e importante que se elimine a saliva bebendo um pouco de água durante a mensagem, isto evita que a garganta e as amídalas a não criar calos. Se não observarmos este detalhe teres problemas sérios ao comunicarmos a mensagem do senhor, e os nossos ministérios sedam terminará. Não existe pregador sem voz. Caros obreiros cuidem da vossa voz.

3.Regra: pequi no microfone no meio; fazendo a sim o manterá firme.Já vi muitos microfones caírem das mães de muitos pregadores, e com isso desviaram os ouvintes da mensagem.

4.Regra: não falar mais de uma pessoa no microfone; quantas vezes já presenciamos orações com três, ou mais pessoas orando de uma só vez no culto, isto produz uma sensação desagradável nas pessoas, fazendo às rejeitarem a oração, pois não sabem a quem deve ouvir se e o Jonas ou Pedro.

5.Regra: não bata no microfone, o microfone foi criado por Thomas Édison, para se falar e não para ser saco de pancadas.

6.Regra: mantenha o microfone numa altura adequada no pedestal, pois o povo Quer ver o seu rosto e não só o microfone.

7.Regra: se o microfone tiver com mal com tato coloque o num pedestal, isto evita que a mensagem seja em pedida,se continuar o mal com tato substitua o microfone. Podemos realizar grandes festas bem organizadas se porem falharmos em verificar os microfones colocará quase tudo a perder. O mais importante de um culto ou festa não e o pregador nem os convidadas, e sim a mensagem do senhor que pode ser impedida com microfones, ruins e velhos que parece mais uma tapera do que um microfone.

Meu amigo pastor, Levi esta regra a serio, e você e a igreja que diriges vai crescer em qualidade e numericamente, esta e a vontade do senhor para sua vida e ministério.


O obreiro e a confiança


Ao ministramos a palavra devemos esta confiantes que o senhor fará toda a sua vontade, e não a nossa. As pessoas têm que receber as bênçãos através do pregador que esta confiante que o senhor fortalecera a fé dos ouvintes para receber milagres. Se quisermos que o senhor nos use temos que depositar a nossa confiança no senhor e nunca em:



Em nos mesmos (lc 18.9) “Propôs também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros...”

Em carros (sl 20.7) “Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus”.

Em mentiras (jr 13.25) “Esta é a tua sorte, a porção que te é medida por mim, diz o Senhor; porque te esqueceste de mim, e confiaste em mentiras”.

Em fazendas (sl 49.6) “dos que confiam nos seus bens e se gloriam na multidão das suas riquezas?”.

Em princepis (146.3) “Não confieis em príncipes, nem em filho de homem, em quem não há auxílio”.

Em reis (2cr 16.7) “Naquele mesmo tempo veio Hanâni, o vidente, ter com Asa, rei de Judá, e lhe disse: Porque confiaste no rei da Síria, e não confiaste no Senhor teu Deus, por isso o exército do rei da Síria escapou da tua mão”.

Em riquezas (pv 11.28) “Aquele que confia nas suas riquezas, cairá; mas os justos reverdecerão como a folhagem”.

Em homens (jr 17.5) “Assim diz o Senhor: Maldito o varão que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!”.




Quando confiamos no senhor, e não nos homens.


Somos bem sucedidos

(pv 28.25) “O cobiçoso levanta contendas; mas o que confia no senhor prosperará”.

Somos alimentados

(sl 37.3) “Confia no Senhor e faze o bem; assim habitarás na terra, e te alimentarás em segurança”.

Somos inabaláveis

(sl 125.1-) “Aqueles que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não pode ser abalado, mas permanece para sempre”.

Permanecemos para sempre

(sl 125.1-) “mas permanece para sempre”


Desse o apostolo Paulo, “eu sei em quem tenho crido”, você pode dizer o mesmo. O profeta Eliseu confiava no senhor e nos seus milagres; no livro de segundos reis encontramos o profeta declarando a sua confiança no senhor, usando a se quite expressão diante do rei de Israel, “e saberás que a profeta em Israel”. Se pregarmos temos que crer no que pregamos, não podemos duvidar que o senhor vai nos usar com o poder do seu Espírito santo, e o senhor vai ser glorificado no seu ministério.


o obreiro e o cegredo



Os corações de muitos obreiros sempre tem segredos que não podem ser revelados, pois não convem contar aos homens que não são espirituais. A bíblia dez: que o homem natural não compreende as coisas do espírito que são coisas espirituais. Somente os que estão no Espírito compreendem as coisas espirituais.

Nos como obreiros temos que guardar segredos, que nos foram confiados. O obreiro que não guarda segredos destrói muitas vidas.

Quantas pessoas já foram vitimas de obreiros que não guardaram segredos, que não podia ser dito em publico, mas em particular. É teste sabermos que em nossas igrejas existem muitos membros que estão com pecados não confessados, não tem coragem de confessar á obreiros, pois sabem se confessarem os seus pecados, Deus e o mundo ficarão sabendo. O obreiro que não guarda segredo será extremamente prejudicado no seu ministério, pois em vez de ganhar a confiança e a maturidade na fé saíram perdendo:


1. A confiança dos liderados e demais pessoas.
2. A oportunidade de grandes privilégios e honrarias no reino de deus, e dos homens.
3. O tempo que foi invertido na obra, pois o tempo que deveria ser canalizado na obra, e será canalizado em qualquer coisa, menos na obra do senhor.
4. A posição que foi conquistada com muitos anos de cerviso na obra de Deus.


Quando nos obreiros guardamos segredos adquirimos uma
Capacidade sobre natural que nos leva a;



1.A Controlar a nossa ansiedade; A ansiedade e um perigo para o nosso ministério. Quando controlamos a nossa ansiedade o nosso ministério e marcado pelo domínio próprio e paciência, quando tivermos de tomar decisões, acertaremos o alvo, pois quem tem segredo com Deus sempre esta acertando nas suas decisões.


2.A compreender o nosso futuro; Quem tem segredo com Deus tem um futuro garantido, e grandes horárias na eternidade com Deus. Compreender o nosso futuro e ter certeza que vamos receber as coroas que o senhor nos Dará, se tivermos desenvolvendo um excelente trabalho no seu
reino; a coroa da vida só será entregue aqueles que valorizaram a vida de cristo no seu ministério.
3. A resistir às tentações
4. A agir sabiamente com os problemas que aparentemente São insolúveis.

O breiro e a negligência

A falta de diligencia e cuidado com nosso ministério nos leva a;

A Sermos Envergonhados diante da igreja, e colegas de ministério.
Podemos tomar como exemplo o caso de diotrefe que não deveria ser obreiro, e sim membro de igreja e olha la; Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diotrefe, que gosta de ter entre eles a primazia, não nos recebe. 10 Pelo que, se eu aí for, trarei à memória as obras que ele faz, proferindo contra nós palavras maliciosas; e, não contente com isto, ele não somente deixa de receber os irmãos, mas aos que os querem receber ele proíbe de ofazerem e ainda exclui da igreja. (3jo 1. 9);



A sermos Difamados como obreiros ignorantes e ante éticos. A falta de conhecimento das nossas funçães e responsabilidades, e ignorância bíblica e um problema grave, que tem que ser corrigido, pois não podem exercer e receber alguma função na igreja quem e ante ético.


A sermos Desacreditados como obreiro dobre de espírito que tem duas personalidades, e duas caras. Quem vai acreditar em obreiros que tem carisma, mas não tem caráter, somentes àqueles que estão na mesma condição e que acreditam. Para não sermos desacreditados temos que manter o equilíbrio entre carisma e carate.


A morte espiritual; o ministério que o senhor nos deu e a nossa vida, se negligenciarmos o nosso ministério estaremos assinado a nossa sentença de morte espiritual e física. O senhor um dia vai nos cobra os talentos que ele nos entregou. A parábola dos talentos nos ensina esta verdade; leiamos esta parábola e vejamos o que aconteceu com aqueles que enterraram os seus talentos:


(MT 25.14-30) Porque é assim como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes entregou os seus bens: 15 a um deu cinco talentos, a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade; e seguiu viagem. 16 O que recebera cinco talentos foi imediatamente negociar com eles, e ganhou outros cinco; 17 da mesma sorte, o que recebera dois ganhou outros dois; 18 mas o que recebera um foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. 19 Ora, depois de muito tempo veio o senhor daqueles servos, e fez contas com eles. 20 Então chegando o que recebera cinco talentos, apresentou-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei. 21 Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. 22 Chegando também o que recebera dois talentos, disse: Senhor entregaste-me dois talentos; eis aqui outros dois que ganhei. 23 Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. 24 Chegando por fim o que recebera um talento, disse: Senhor, eu te conhecia, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste, e recolhes onde não joeiraste; 25 e, atemorizado, fui esconder na terra o teu talento; eis aqui tens o que é teu. 26 Ao que lhe respondeu o seu senhor: Servo mau e preguiçoso sabia que ceifo onde não semeei, e recolho onde não joeirei? 27 Devias então entregar o meu dinheiro aos banqueiros e, vindo eu, tê-lo-ia recebido com juros. 28 Tirai-lhe, pois, o talento e dai ao que tem os dez talentos. 29 Porque a todo o que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância; mas ao que não tem, até aquilo que tem ser-lhe-á tirado. 30 E lançai o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.

A perder oportunidade

Muitos reclamam que não tem oportunidade no ministério e não cressem como vão crescer se não sabem plantar, quem não sabe plantar pouco colherá. Se plantarmos pouco, pouco vamos colher, se muito, muito vamos colher. Se queres crescer e ter oportunidades plante diligencia e sabedoria e submissão, e você vai receber grandes oportunidades na obra do senhor


A impedir a salvação das almas
A impedir o crescimento da igreja
A abandonar o nosso ministério
A invejar o ministério de outros obreiros
A sermos insubmissos aos nossos pastores

A fazemos rebeliãos contra os nossos pastores



o obreiro e a sua vida espiritual





Reflexões sobre o Pastoreamento
Ezequiel 34
Nesses tempos de grande crescimento numérico uma coisa deveria ocupar a nossa mente: como fazer para pastorear efetivamente esse povo que chega?
Podemos correr para formar homens que vão atrás das ovelhas e que cumpram um papel de assistência ao povo sem preocupar com algumas coisas fundamentais.
Precisamos de homens que nos ajudem a manter as pessoas na igreja, é verdade, mas que tipo de homens estamos formando?
Podemos estar formando servos fiéis sem, contudo ensiná-los a ser pessoas que estejam constantemente diante do Senhor, como filhos amados, como uma noiva dedicada ao noivo.
Podemos estar gerando servos e não pessoas de relacionamento, como um filho é com o Pai.
Paulo explica para nós qual é a sua meta no seu trabalho pastoral:
"Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo." (2CO 11:2)
O povo que Paulo preparava não era simplesmente servos, mas pessoas comparadas a noiva, virgem pura para um marido, e isso fala de relacionamento e não de serviço.
O que devemos fazer é formar obreiros cuja prioridade maior seja o estar diante de Deus e não o fazer coisas para o Senhor. No juízo o que vai importar não são as coisas que fizemos, e sim se ele nos conheceu.
"Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?"
"E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade." (MT 7:22,23)
Precisamos mudar, urgentemente, o foco do nosso trabalho. Ao invés de formar servos, devemos formar pessoas de relacionamento com o Senhor. Essa é Sua ênfase.
"E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar," (MC 3:14)
Por causa da pressa em formar trabalhadores e por causa da pressão do crescimento não pastoreamos como devemos fazer e isso cria um rebanho adolescente, no sentido de que pode adoecer. Depois de um tempo passamos a exercer um ministério de crise. Isto é, pastoreamos no prejuízo. Explicando, o nosso ministério passa a ser o de correr atrás de pessoas que estão se esfriando, se afastando ou que se perderam.
Existe uma forma de pastoreamento sem ser essa?
O livro de Ezequiel, capítulo 34, mostra o Senhor como um pastor preocupado com seu rebanho na mão de pastores que não cuidavam bem do rebanho. Nesse capítulo ele diz como iria pastorear o rebanho.
Algo que deve ser notado é que o Senhor se refere ao rebanho como seu 14 vezes. Isso deve ser visto não como força de expressão, mas como uma afirmação de Deus de que o rebanho não pertence aos pastores, mas ao Senhor, portanto a forma de cuidar deve ser de acordo com a forma de Deus cuidar.
O capitulo pode ser dividido em três partes básicas:
1 - do versículo 1 até o 10 - Juízo contra os maus pastores
2 - do versículo 11 até o 16 - O pastoreamento do verdadeiro pastor
3 - do 17 até o 31 - juízo e promessas.
Na primeira parte ele fala contra os pastores que degolavam o cevado, vestiam-se da lã, comiam a gordura, mas não apascentavam as ovelhas.
O JUÍZO
O problema não era o que faziam com o rebanho, mas o que não faziam, e o normal é que o trabalhador receba por aquilo que faz. Paulo diz que o que planta espera usufruir dos frutos.
Aqueles pastores não pastoreavam, mas comiam do rebanho.
"Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza, e dize aos pastores: Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não devem os pastores apascentar as ovelhas? Comeis a gordura, e vos vestis da lã; matais o cevado; mas não apascentais as ovelhas.
As fracas não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza." (EZ 34:2-4)
O texto fala de ovelhas fracas, doentes, quebradas, desgarradas e perdidas. Num primeiro momento entendemos que são situações nas quais estão diversas ovelhas. Mas, poríamos pensar também que pode ser graus, ou estágios possíveis da vida de uma ovelha.
Ou seja, uma ovelha fraca é aquela que está suscetível às doenças. Ela pode, por causa de sua fraqueza, ou debilidade, se tornar doente.
Uma ovelha que está num estado de doença, isto é, um estado continuado ou crônico, pode entrar nua situação de quebra ou trauma psicológico.
A tendência dessa ovelha é se fechar, se recolher em si mesma, tornando-se arredia, mesmo dentro do rebanho, (ou nas reuniões) desgarrando-se do convívio das outras ovelhas, repito, ainda participando de reuniões. É aquele tipo de situação em que percebemos o recolhimento, ou afastamento, da pessoa e quando lhe perguntamos como está ela responde com monossílabos.
Perdida! Esse é o último estágio, quando a ovelha se afasta fisicamente do rebanho.
Infelizmente, a maior parte do nosso trabalho é correr atrás de ovelhas que se perderam, e isso é o que o Senhor quer também. Ele disse aos seus discípulos que fossem atrás das ovelhas perdidas da casa de Israel.
Mas, não é o caso de mudarmos a nossa abordagem, trabalhando nas ovelhas de tal forma que não fiquem fracas e assim passem por todo um desencadeamento de problemas?
Precisamos entender que, se fortalecermos a fraca ela não adoecerá, não se quebrará, não se desgarrará e não se perderá.
O pastoreamento do Senhor
"Como o pastor busca o seu rebanho, no dia em que está no meio das suas ovelhas dispersas, assim buscarei as minhas ovelhas; e livrá-las-ei de todos os lugares por onde andam espalhadas, no dia nublado e de escuridão. E tirá-las-ei dos povos, e as congregarei dos países, e as trarei à sua própria terra, e as apascentarei nos montes de Israel, junto aos rios, e em todas as habitações da terra." (EZ 34:12,13)
Se existe uma palavra de juízo contar os pastores que pastoreiam mal, e se nós queremos pastorear da forma que Deus pastoreia, devemos prestar atenção no trabalho que Ele disso que iria realizar.
Ele disse que iria introduzir o povo na sua própria terra, pastorear nos montes de Israel, junto às correntes das águas e nos lugares habitados.
Sua própria terra
Entendo que a primeira coisa se refere a levar o povo para uma situação de estabilidade quanto a moradia. O povo não mais seria nômade, vagando de um lado para o outro, mas estaria no seu próprio lugar.
Uma situação que causa fadiga é o fato de não estarmos em nosso lugar, não pertencermos ao lugar onde estamos, numa situação de coisa provisória, de momento passageiro, estar no meio de um povo sem pertencer a ele.
O escritor aos Hebreus nos exorta "... a não deixar a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia." (HB 10:25)
A palavra congregação não se refere a uma reunião, mas a rebanho. O termo significa ser da mesma grei. Pertencer a um rebanho.
Um fator que trás tranqüilidade a alguém é estar no meio de seu povo, de sua família. A ovelha precisa se sentir em meio à sua família. O próprio Senhor disse que faria com que o solitário habitasse em família.
Congregar, portanto, não é participar de reuniões e sim pertencer a um rebanho.
O Senhor não nos fez para estarmos em solidão, pois, quem anda em solidão busca seu próprio interesse e insurge contra a verdadeira sabedoria. E ele disse que não é bom que o homem esteja só.
O bom pastoreamento deve visar, entre outras coisas, que as ovelhas tenham o sentimento e a vida de corpo, onde ela sinta que pertence a um povo e sente que tem família.
Montes de Israel
Na história de Israel existem alguns montes que se tornaram símbolos de experiências vividas com Deus e são figura de relacionamento ou acontecimentos.
Quando nos referimos a um desses montes estamos, na realidade, nos referindo à experiência, ou a um fato acontecido ali.
Só para mencionar alguns: Abarim (Nm 27:12); Ararat (Gn 8:4); Basã (Sl 68:15); Betel ( 1Sm13:2); Carmelo (1Rs 18:19); Oliveiras (Mt 21:1); Ebal (Dt 11:29); Efraim (Js 17:15); Gileade (Gn 31:21); Grizim (Dt 11:29); Gilboa (1Sm 28:4); Hermon (Dt 3:8); Hor (Nm 20:22); Horebe (Ex 3:1); Líbano (3:25); Mizar (Sl 42:6); Moriá (Gn 22:2); Nebo (Dt 32:49); Pisga (Nm 21:20); Seir (Gn 14:6); Sinai (Ex 16:1); Sião (2Sm5:7); Tabor (Jz 4:6).
O que podemos aprender com a frase Apastorear nos Montes de Israel@ é que o Senhor vai nos levar a ter as experiências parecidas, ou iguais, às que o povo Hebreu teve nesses montes.
Desses montes podemos separar alguns, que considero de importância capital na vida do povo de Deus, sobre os quais o povo vai ser pastoreado:
1 - Moriá - Lugar da prova - Vida de renuncia, e entrega total ao Senhor. Uma vida de discipulado, seguindo a Jesus sem medir as conseqüências.
2 - Horebe - Revelação de Deus - A ovelha precisa conhecer ao Senhor. Jesus chama isso de vida eterna. A revelação da pessoa de Deus é a base para toda a nossa vida cristã. Se não conhecemos a Deus somos meros religiosos. Conhecemos a forma, sem o conteúdo.
3 - Sinai - Revelação da Lei - A palavra de Deus é a espada do Espírito. Isso significa que é a nossa arma na nossa luta contra o pecado, o mundo e Satanás, e é também o instrumento do Espírito de Deus para abrir-nos até as nossas profundezas. Para cortar aquilo que deve ser cortado.
A palavra é a lâmpada e luz que nos guia, purifica, exorta, consola, salva, cura, limpa, corrige, educa, edifica, disciplina.
4 - Calvário - Revelação de Cristo e identificação na Sua morte - A nossa vida deve estar unida à de Cristo em sua cruz se quisermos ter vitória sobre a nossa velha natureza. A cruz de Cristo é o lugar onde o cristão encontra a justificação de seus pecados e a libertação de todo jugo.
5 - Sião - Revelação da igreja, do corpo de Cristo - A primeira revelação que Paulo teve foi da pessoas de jesus Cristo ligado à Sua igreja. ASou Jesus a quem tu persegues@. Nessa frase Paulo percebeu a indivisibilidade do Senhor e do Seu corpo.
Para congregar, cooperar, estar ligado, a ovelha precisa discernir o corpo de Cristo. A falta de discernimento produz fraquezas e doenças no meio do rebanho.
"Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do SENHOR. Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem." (1CO 11:29, 30)
Por outro lado, um rebanho saudável, é aquele que, na graça do Espírito Santo, faz fluir os dons e os ministérios do Senhor trazendo cura, libertação e vida para cada membro.
Junto às correntes
Outro lugar no qual o Senhor vai pastorear o seu povo é junto às correntes. O Salmo 46 fala que há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus. No próprio livro de Ezequiel, no capítulo 47 o Senhor fala das águas purificadoras.
Jesus disse que quem cresse nele, rios de água viva fluiriam de seu interior, como dizem as escrituras.
Essas águas são figuras de uma vida no poder Espírito Santo.
O povo de Deus precisa ser levado a uma vida fluente no Espírito Santo.
Temos dois extremos: ou levamos o povo a um fanatismo místico, onde todas as coisas são espiritualizadas, ou levamos o povo a uma vida intelectualizada, baseada nas Escrituras sem revelação.
Jesus disse que os fariseus erravam por não conhecerem as ESCRITURAS e o PODER de Deus. Paulo aconselha a Timóteo a não tomar somente água, mas mistura-la com vinho por causa da sua doença de estômago.
Não podemos abrir mão das escrituras ou da vida mística no Espirito Santo.
Precisamos, hoje, mais do que nunca uma vida dirigida pelo Espírito de Deus. Ele é quem vai nos capacitar, habilitar, conduzir e instruir. A graça de Jesus é transmitida pela pessoa do Espírito Santo hoje.
Jesus falou que o Espirito Santo iria nos guiar a toda a verdade, iria nos fazer conhecer ao Pai e iria nos guiar em tudo o que necessitássemos.
A Igreja hoje precisa passar, novamente por um despertamento pelo Espírito Santo para voltar à prática das boas obras e ter uma ida santa.
Lugares Habitados
O pastoreamento do Senhor leva a Igreja a uma vida de comunhão e companheirismo.
Uma igreja dirigida pelo Espírito Santo é uma Igreja ajustada, consolidada, que auxiliada por todas as juntas na justa cooperação de cada parte, vai efetuando seu crescimento para edificação de se mesma em amor.
Um tipo de vida desse produz bênção, e não >somente= bênção, mas VIDA para sempre.
A igreja pastoreada pelo Senhor é uma congregação onde os seus membros vivem em família e a individualidade coopera com o todo, e onde o individualismo é banido.
O povo de Deus, pastoreado por Deus, vive em comunhão e não anda sozinho. Não se insurge contra a verdadeira sabedoria nem busca seu próprio interesse.
Cada um se alegra com aquele que alegra e chora com o que chora.
O Espírito Santo leva as pessoas a se ajudarem comprometidas umas com as outras.
A comunidade que vivia em Jerusalém era um povo cujo coração e alma era um só. Isso é viver em lugares habitados.
A Proposta
Se compreendemos que essa é a forma de Jesus , o Sumo Pastor, pastorear seu povo, devemos aprender com ele para que não entremos no juízo dos próximos versículos.
Precisamos aprender a exercer um pastorado onde não somente corramos atrás daquela que se perdeu, mas que não deixemos enfraquecer nenhuma ovelha.
Para isso precisamos cuidar de poucas ovelhas, levando-as a uma comunhão plena com o Pai, pois somente isso pode fortalecer alguém.
A Palavra nos ensina que a alegria do Senhor é a nossa força, ainda que alguns queiram inverter isso.
"... porque a alegria do SENHOR é a vossa força." (NE 8:10)
A nossa responsabilidade é alegrar o coração de Deus acima de tudo. Se O amamos isso se tornará prazeroso.
Se amamos ao Senhor vamos querer passar o maior tempo possível em Sua presença, conversando e ouvindo a Sua voz.
Se alegramos o coração de Deus ele nos dará a força necessária para executarmos Sua vontade e, mais que isso, ser o que Ele deseja que sejamos.
Os que estamos envolvidos com o cuidado do povo precisamos adquirir a mentalidade de amigo do Noivo, para ensinarmos a esse povo a se relacionar com Ele. Isto é tão sério que Jesus chama de VIDA ETERNA: o conhecimento de Deus.
"E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." (JO 17:3)
O conhecimento referido por Jesus não fala de uma mera consciência, mas de uma experiência com o Senhor. Expressando melhor a idéia, Jesus disse àqueles que fizeram algumas coisas em Seu nome que se afastassem pois o Ele não os conhecia.
Será que existe algum ser vivo na face da terra que passa desapercebido dos olhos do Senhor?
Então, compreendemos que o conhecimento aqui é mais que uma visão ou um encontro fortuito, mas um relacionamento íntimo de duas pessoas que se amam.
Precisamos, sob pena de sermos julgados por Deus, levar seu povo a conhecer ao Senhor e prosseguir em conhecê-Lo.
"Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade." (MT 7:22,23)
Aqui percebemos a grande diferença em fazer e ser; em trabalhar para o Senhor e trabalhar com Ele; em estar com Ele e servir.
Não é que seja errado ser servo do Senhor, mas o servo não fica para sempre na casa.
A serva cuida de tudo na casa, mas o deitar com o Senhor da casa lhe é vedado. Somente a esposa tem esse privilégio, segundo palavras do nosso amado Paulo Júnior.
A nossa atitude diante do Senhor Supremo é de grande humilhação, e ele nos chama para sermos seus amigos, filhos e esposa.
Chegamos diante dele como servos e ele nos chama para tomar assento com ele na Sua mesa.
Precisamos ser uma Igreja de amigos de Deus, para isso devemos buscar conhecê-lo intimamente, andar com ele e acima de tudo ama-lo de toda a nossa força, de toda a nossa alma, e de todo nosso entendimento.

O obreiro e a sua vida espiritual

Todo obreiro que quer ser constantemente usado pelo o senhor, deve ter sempre em mente o cuidado com a sua vida espiritual e ministerial. Paulo aconselhando o jovem Timotio deu lhe um conselho que servi para todo obreiro que quer esta impe diante do senhor e dos homens ()
Se quisermos ter uma vida espiritual e ministérial bem sucedida devem ter cuidado;
Com o sexo oposto; o sexo oposto tem sido o fracasso de muitos obreiros em nossos dias atuais, não somente em nossos dias mais igualmente no passado. A mulher e uma dádiva Deus para os homens... Como disse: o apostolo Paulo, “cada homem deve ter a sua própria mulher” esta bem claro que esta e a finalidade divina para os servos de Deus, para se resguardarem da prostituição. “A mulher e a glória do homem”, vamos zelar da glória que o senhor nos deu, se zelarmos da glória que o senhor nos deu jamas vamos perder a gloria de Deus em nosso ministério. A mulher pode ser uma benção ou maldição para a vida espiritual e ministério dos homens de Deus. Vamos estudar alguns casos na bíblia de mulheres que foram bênçãos e maldiçãos;
Mulheres que foram uma maldição
Ü Bate seba (2sm 11.1-5), a falta de cuidado de bate - seba com o seu banho, ocasionou a queda de Davi, não somente agueda do rei Davi, mais de muitas outras pessoas. Podemos extrair algumas caraguiteristicas negativas da vida de bate - seba que não convem ter as santas mulheres que foram escolhidas por Deus para auxiliar o santo ministério;
Ü Falta de vigilância em sua casa...
Ü Obediência sega ao rei Davi...
Ü Falta de resistência ao pecado...
Ü Encobriu o seu pecado com Davi...

Ü Eva; a ingenuidade de Eva pode ser medida através de vários fatores os guais são;
Ü O distanciamento de seu companheiro
Ü Comunicação sem conhecimento do que realmente e o mal
Ü Aproximação da arvore do bem e do mal
Ü Curiosidade de conhecer o mal;
todo curioso que ver e tocar, e provar o que a inda não conheci. Se queres preservar o seu ministério e de seu esposo... Tenha cuidado com estas três coisas: visão, tato, paladar. Para não cobiçar o mal temos que gastar a nossa visão com a leitura da palavra de Deus, e o tato com o cerviso na obra do senhor, usando o paladar comendo o maná do céu. Eva em vez de ser benção para adão foi maldição, não só para adão, mas a toda raça humana. Estude com esmero os fatores a cima, que pode nos ajudar a vencer o diabo.
Ü Gezabel; a união de acabe com gezabel foi amaldição e desgraça de acabe e de Israel. A união de acabe com gezabel foi à porta aberta para o culto a baal. As gezabel dos nossos dias têm sido o fracasso de muitos obreiros e igrejas. E nossa obrigação resistir e cortar as devassas e imorais gezabel das nossas igrejas, se não cairemos e perderemos a nossa vida espiritual e ministério.

Ü Dalila; sansão brincou com Dalila e perdeu a sua foça. Quantos obreiros brincam de trocar olhares com o sexo oposto, e a te mandam cartinhas, e abraças ante éticos, e muitas outras coisas.
Não esqueçais obreiros do senhor que brincar com Dalila e brincar com a morte e fracasso, e perder a visão e a foça espiritual. Brinque com a sua esposa como Isaqui brincou com rebeca.
Ü A mulher de potifar; a mulher de potifar tentou varias vezes a José, porem as suas tentativas falharam. José venceu as tentaçãos da mulher de potifar temendo a o senhor e cumprindo as suas obrigaçãos e resistindo o acedio da mulher de potifar não abrindo mão dos seus sonhos. Obreiros do senhor quarem vencer o pecado da prostituição faca como José cumpra as suas obrigaçãos como obreiro que não tem do que se envergonhar.
Mulheres que foram uma benção
Ü A sunamita; uma mulher hospitaleira hospedou a Elizeu homem de Deus (2rs4. 8-11).
Ü Abigail; uma mulher sabia e urgente, livrou a Davi de derramar sangue inocente (2sm 25.26-35).
Ü Dorcas; uma mulher generosa com os necessitados,
(at 9.3643).
Ü Maria e marta; verdadeiras amigas de Jesus,
(jo 11.32-33,44).
Ü Maria mãe de João marcos; acredito que a mãe de João marcos orou para au senhor para restaura o ministério de João marcos,
Seu filho (at. 15.37-38; 2tm 4. 11).
Ü Maria uma crente em Roma; amava a obra de Deus ajudando os obreiros do senhor (rm 16.6).
Ü Maria mãe de Jesus; cuidou do senhor Jesus segundo à-vontade de Deus, mesmo sabendo que sofreria com o ministério de Jesus (lc 2.34-47; 1.46-47).
Ü Maria mãe de Tiago e José (mt 27.55-56).
Ü Maria mulher de clopas; (jo 19.25; lc 24.27,30-31).
Ü Maria madalena (mc 16.9).
Com a fama
Quando a fama sobe pra cabeça do obreiro algumas coisas que era valorizada pelo obreiro já não e de valor a ser guardado, por exemplo:
Ü A palavra do senhor não e valorizada e nem praticada, podemos tomar como exemplo o rei Salomão que transgredio a palavra do senhor;
Ø Fazendo o povo voltar a o Egito (dt 17.16; 1reis 3: 1-).
Ø Aumentando a contidade de cavalos (dt 17.16; 1rs 10.16).
Ø Aumentando a contidade de mulheres (dt 17.17; 1rs 11.1-8)
Ø Aumentando ouro e prata (dt 17.17; 1rs 21,27);
Deus deu a Salomão sabedoria e fama, porem Salomão não sobe lidar com a fama, e justamente isto que acontece com alguns obreiros que não hora o Deus que lhes deu fama através da palavra. Meus colegas de ministérios não usem a fama e a sabedoria para roubar a gloria de Deus, use a fama com humildade e simplicidade e os seus ministérios vão crecer e jamais cairão no laço do diabo.
Ü O amor a Deus e substituído pela iniqüidade
Ü A simplicidade e substituído pela estrema luxuria
Ü A sinceridade e substituído pela falsidade
Ü A humildade e substituído pelo orgulho e arrogância
Ü A gratidão e substituído pela ingratidão
Ü A santidade e substituído pela profanação

Com o dinheiro
O dinheiro tem sufocado a vida espiritual de muitos obreiros. O dinheiro e uma benção para quem sabe usa-lo, mas maldição para os que o amam. Infelizmente muitos obreiros têm amado o dinheiro mais que a suas almas e a sim estragaram os seus ministérios. Jesus disse: ‘que a vida de um homem não consisti nos bens que possui ’, a vida ministerial de um obreiro consiste na palavra de Deus e na obediência a mesma (lc 4.1-) e na adoração verdadeira a o único Deus que e digno de adoração, o Deus criador do céu e da terra. O problema do jovem rico não foi o dinheiro e sim o amor ao dinheiro, ao contrario de jó que amava o senhor mais que seus filhos e bens. Para termos uma vida espiritual e ministério sadio precisamos buscar o reino Deus em primeiro lugar e a sua justiça, e as demais coisas serão acrescentadas (mt 6.33).

Com amizades
Nos obreiros do senhor temos que avaliar as nossas amizades usando alguns critérios que nos ajudarão a reconhecer si os mesmos são
Verdadeiros amigos;
ü Não descobri o segredo
E bom verificar se realmente os nossos colegas de ministérios estão guardando segredos que pedimos que guarda se, se não guardam segredos não são confiáveis
ü Ama em todo tempo
Os verdadeiros amigos de ministério não são aqueles que só amam em tempos de farturas e alegrias, os que se mostram indiferentes diante das dificuldades não são dignos de nosso cincerro e puro amor.
ü Ama a pureza
A pureza deve prevalecer entre os amigos... Se tivermos amigos de ministério que não estão andando puros diante do senhor e nossa obrigação exortá-los se persistirem em pecar e nosso dever resguardarmos dos mesmos orando para o senhor restaura os seus ministérios.
ü Não abandona o amigo nas oras de grandes provas
Os que abandonam os companheiros de ministério diante das fornalhas ardentes da vida amam simplesmente a se mesmos. Mizael, Ananias, azarias não deixaram uns aos outros na hora da provação, foram fieis a te o fim.
ü A Judá e não atrapalha o amigo
Se tivermos colegas de ministérios que vivem atrapalhando, isto revela que os mesmos não querem o nosso sucesso ministerial. Devemos ajudar e não atrapalhar os nossos colegas que sempre estão nos ajudando em nossa caminhada de ministério.
ü Não fala mal do amigo
Não devemos tomar o nome de nossos companheiros de ministério para descaracterizamos os seus ministérios. Quando falamos mal de nossos colegas não devemos esquecer que estamos falando mal de nos mesmos. Muitos por falar mal de seus amigos de ministério adquirem um nome de mexeriqueiros. O melhor remédio pra não se falar mal de nossos colegas e falar de Jesus e seus milagres.
ü Defende o amigo
Muitos obreiros defendem os amigos vizando simplesmente os seus intereses, quando não consegue o que querem com os amigos de ministério deixam de ser escudos pra serem espadas.
ü Não suga do amigo
Existem obreiros que são sanquisugas de seus colegas de ministério. Só querem que venha o nosso reino, e o seu reino nunca vem. Os amigos sanquisugas são avarentos e gostam de apresentar o que tem, mas não gostam de reparti o que tem com os que tanto ajudaram em suas dificuldades.
ü Hora o amigo
Quem não sabe honra os colegas de ministério perde a hora, em linguagem bem simples “hora” e respeitar os limites que pertence aos nossos amigos. Os que querem ser sem ser, não são dignos de honras. Devemos reconhecer a capacidade que os nossos colegas de ministério têm; reconhecendo a suas capacidades a sim estaremos honrando a cristo que os capacitou pra gloria de seu reino.
ü Aconselha o amigo (pv 27.9)
ü Compreende o amigo
ü Aprende com o amigo (pv27. 17).
ü Abre o coração para o amigo (27.5,6)

Separação de porteiros (o obreiro como porteiro)
Para ser um porteiro na casa do senhor e preciso que o candidato tenha as qualidades essências que condes com a posição que deseja ter. O candidato à portaria da igreja tem que ter consciência de seus deveres como porteiro, pois não pode exercer a função se não tem conhecimento de como exercer a sua posição vamos estudar alguns deveres de um porteiro;
Deveres de um porteiro
Ü Chegar com antecedência
Ü Ter um período de oração antes de abre a porta
Ü Trajar se de gravata, e paletó, fazer cabelo, barba engraxar sapatos.
Ü Esta bem cheiroso
Ü Esta com as unhas cortadas
Ü Esta Com a boca cheirosa, evite comer cebola antes do culto ninguém e obrigado aquentar um porteiro com a boca mau cheirosa
Ü Recepcionar os irmãos com um bem vindo
Ü Manter a ordem na porta
Ü O porteiro devi ser sábio e vivo para controlar os desordeiros
Ü Não deixar animais entra no templo
Ü Ao chegar à igreja, abra janelas e portas para refrescar o templo.
Ü O porteiro e o primeiro que chega e o ultimo que sai
Ü Os porteiros não deveram sair antes de fechar e revistar as portas
Ü janelas
Ü O porteiro deve esta em oração e vigilância e atento no movimento interno e esterno do templo
Ü O porteiro deve usar a educação para com aos irmãos e visitantes (por favor, obrigado, tenha a bondade, nos der o prazer, volte sempre...).
Ü Qualquer problema que o porteiro não possa resolver deve encaminhar pra o dirigente do culto.
Ü Quando chegar pessoas desconhecidas procurando o pastor, ou qualquer outro irmão, o porteiro devera primeiro saber o que se trata, para depois comunicar o pastor, nunca da o endereço do pastor e telefone a pessoas desconhecidas.
Ü O porteiro e o cartão de visita da igreja. Deve ser um homem preparado para enfrentar os obstáculos com sabedoria e unção do espírito santo.
O obreiro como auxiliar (separação de auxiliar)
No bom sentido da palavra nos obreiros da casa do senhor todos nos somos auxiliar uns dos outros. Quem deseja crecer no ministério tem que entender que e preciso auxiliar para exercer a função de auxiliar. O primeiro cargo de todo obreiro e auxiliar e continuara sendo por toda a vida os outros cargos e função no ministério vira para melhor auxiliar a igreja de Deus, portanto não pense que ser auxiliar e uma função de pouco valor, auxiliar e uma função nobre que o mestre dos mestres nos ensinou, Jesus o nosso mestre por excelência. O candidato ao cargo de auxiliar tem que ter as qualidades morais e espirituais para exercer a função as quais são;
Qualidades espirituais
Ü Deve ser um homem (humilde) (tg 4.10)
Ü Deve ter (conviquição) da chamada (is 42.2; mc 2.14)
Ü Deve ser (obediente) ao pastor no senhor considerando como ungido de Deus (hb 13.17)
Ü Deve ser (fiel) nos dízimos e ofertas (rm 5.19)
Ü Deve ser um (homem de oração) (1tm 2.1)
Ü Deve estudar a bíblia diariamente (fiel estudante da bíblia)(js 1.8;at 17.11)
Ü Deve ser (constante) nos trabalhos (hb 10.25)
Ü Deve ser (abundante) ao servir ao senhor (1co 15.58)
Ü Deve ser (firme) na fé vivendo sempre na presença do senhor
Sem estas qualidades espirituais o candidato ao cargo de auxiliar não pode exercer esta função tão nobre que e auxiliar, portando quem que ter e preciso primeiro ser para ter as horas.
Qualidades morais
Ü Deve ser o exemplo dos fieis (1tm 4.12)
Ü Deve ter relacionamento sadio com todos (rm 12.18)
Ü Deve cuidar bem da sua casa (1 tm3. 5)
Ü Deve esta bem vestido nas reuniãos (zc 3.5)
Ü Deve ser limpo nos negócios (1pe 4.15)
Ü Deve sempre que possivel ter a esposa ao lado (at 18.26)
Ü Deve ser um coperador no trabalho (cl 4.11)
Ü Não deve abusar da liberdade fraternal (1pe 2.16-17)
O obreiro auxiliar não pode ser imoral, deve ter caráter, não somente caráter, mas deve ter carisma para não se tornar um moralista que moralisa tudo pensando que todos deve ser perfeticimos. Temos que ter cuidado para não comfundir caráter com ditadura. O senhor que, que todos pace o óleo do carisma no caráter para termos as qualidades que glorifica a santidade de Deus.
O obreiro como diácono (separação de diácono)
A palavra diácono no grego e diákonos em geral significa: servente, servidor.com o crescimento da igreja primitiva, hove a necessidade de obreiros pra servir à mesma. Em uma reunião de assembléia geral, dirigida pelos apostulos, foi levada ao plenário a necessidade de serventes (diácono) para as mesas, enquanto que os apostulos se dedicavam à oração e ao ministério da palavra.com o desenvolvimento evangelistico na igreja primitiva, hove a separação de muitos diáconos, para servir inúmeras igrejas. O espírito santo e responsável pela igreja junto ao pai, o qual instituiu o diaconato. O candidato ao diaconato tem que ter os seguintes critérios para servir a igreja do Deus vivo, qualidades morais e espirituais;
Qualidades de um diácono
Virtudes morais: (1tm 3.8-13)
Ü Deve ser honesto com seus negócios
Ü Ter boa reputação diante da igreja e na sociedade e ser
Ü (conhecido como santo homem de Deus).
Ü Não ser cobiçoso de torpe, ganância.
Ü Irrepreensível (que tenha controle de língua).
Ü Marido de uma só mulher.
Ü Cuide bem de sua família (de exemplo de chefe de família).
Virtudes espirituais (at 6.3-)
Ü Cheio do espírito santo (ef 5.18)
Ü Cheio de sabedoria (tg 1.5)
Ü Quardando o ministério com pura consciência (1tm 3.9)
Ü Dedicado (1tm 3.13)
Ü Deve ter convecção de seu diaconato (1tm 3.13)
Ü Deve ser cheio de fé (hb 13.17)
Ü Deve servir com amor e dedicação (ef 6.7)
Os candidatos ao diaconato deverão ter as qualidades morais e espirituais que fui mencionada no contesto anterior. Vamos estudar agora os deveres e responsabilidade de um diácono para com a igreja e ministério.
Ü Amar os irmãos da igreja com cincerro coração
Ü Amar o pastor da igreja mostrado submissão
Ü Cuidar do templo
Ü Não deixar de congregar
Ü Não chegar constantemente atrasado nos cultos
Ü Visitar os irmãos que precisa de ajuda espiritual e material.
Ü Não desprezar e nem deixar de ir à escola bíblica do minical
Ü Respeitar os presbíteros da igreja
Ü Conhecer bem a palavra de Deus
Ü Não servir com tristeza e sim com alegria
Ü Amar as almas perdidas
Ü Ser dedicado a oração
Ü Não deixar de comunicar os problemas da igreja ao pastor
Os diáconos consagrados e os que querem ser consagrados não esqueçam de cumprir as suas responsabilidades na casa de Deus pelo contrario não poderão exercer nem uma função na igreja e muito menos ser consagrado para o santo ministério.

O obreiro como presbítero (separação de presbítero)

As palavras: presbíteros,ancião ou bispo são sinônimas.mesmo que se recorra a origem do texto são vocábulos que tem o mesmo significado.o apostolo Paulo , usa estas três palavras para designar o ministério cristão sobre cujo ombros pesa a responsabilidade da administração,ensino e cuidado do rebanho de cristo que e a igreja .
A função do presbítero e supervionar a obra de Deus; sua finalidade principal e aconselhar os membros da igreja. O exercício do seu ministério e uma vocação e chamada divina, comprovada por sua vida diante da igreja e do mundo. Na pratica, ele exerce as mesmas atividades do pastor, is tu e, quando por ele autorizado .devendo, porem ,ter sempre em mente que ele não e o pastor da igreja mas que deve trabalhar sob a direção e orientação daquele e dos seus prestar-lhe conta.é inconveniente ao presbítero falar mal do seu pastor ou associar-se com pessoas descontentes que procuram destruir a boa reputação do obreiro .e bom não esquecer que ele é um cooperador , um entre o pastor e a igreja e vice –versa; isto quando o presbitério se coloca na posição de um autentico servo de Deus .assim como Deus instituiu o diaconato e deu uma formula digna para ser preenchida,da mesma maneira ,Deus fez com o presbítero e esta formula esta dividida em duas virtudes virtudes morais e espirituais que são:
Virtudes morais (1tm 3.2)
Ü Convem que seja irrepreensível;
Ü Não dado ao vinho;
Ü Não dado à poligamia;
Ü Que tenha a família crente (1tm 3.5);
Ü Não irascível, nem violento;
Ü Não cheio de cobiça;
Ü Não avarento;
Ü Não contencioso;
Ü Não neófito.
Virtudes espirituais (1tm 3)
Ü Despenseiro da casa de Deus (Tt 1.7);
Ü Hospitaleiro (Tt1. 8; 1pe 4.9);
Ü Amigo do bem;
Ü Justo;
Ü Piedoso;
Ü Domínio próprio (controlado);
Ü Apegado à palavra fiel (doutrina);
Ü Zelo pela igreja;
Ü Deixando cristo aparecer (humildade).
Deveres de um presbítero
Ü A judar o pastor administra a igreja
Ü Ensinar a palavra com grande conhecimento da
Ü mesma
Ü Ora pelos enfermos ungido os com oleo santo
Ü Ignora os que se opõem a igreja
Ü Desfazer qualquer vestígio de rebelião no ministério
Ü Zelar pela boa reputação da igreja defendendo a mesma
Ü Aconselhar os obreiros mais jovem como deve serve
a igreja
Ü Exercitar a piedade para com os não crentes
Ü Ser amigo do pastor
Ü Saber falar a verdade com sabedoria na hora certa
Ü Ficar calado diante dos erros que não e de sua autoridade resolver
Ü Não ora por pessoas em pecados de morte, sem
Comunicar ao pastor da igreja

E importante que o presbítero tenha sempre em mente;

Ü Não sou o pastor da igreja, mas, cooperador na obra de Deus, portanto devo amar o pastor, por ele orar e seguir sua orientação.
Ü Nunca devo tomar partido contra o meu pastor, nem apoiar quem queira afastá-lo do pastorado, a pretexto de substituí-lo por um melhor, mais novo e mais inteligente.
Ü Devo ter suficiente sinceridade e coragem para procura o meu pastor e dizer-lhe pessoalmente aquilo que só os hipócritas e de caráter deformado dizem na ausência.

O obreiro como vise pastor (separação de vise pastor)
Para alcupar o cargo de vise pastor e preciso que o candidato seja um presbitério ou um evangelista ou pastor, a exceção em caso de estrema necessidade conforme a falta de obreiros.
O vise pastor e um auxiliar do pastor e como tal deve servi-lo com total fidelidade na administração da igreja. O vise pastor deve ter em mente que ele não é o pastor da igreja, mas cooperador. Vamos estudar as responsabilidades de um vise pastor as quais são;
Ü Ser pontual ao chegar na igreja
Ü Saber manejar bem a palavra de Deus
Ü Ensinar com dedicação
Ü Aconselhar os novos obreiros como servir ao senhor na igreja
Ü Ser piedoso para com todos
Ü Ser amigo do bem, e nunca se aliar com os que se levanta contra o pastor.
Ü Nunca tira a razão do pastor para dar aos membros da igreja
Ü Não repreender a igreja sem fundamento bíblico
Ü Tratar os negócios da igreja com fidelidade
Ü Calar diante de erros que não e de sua autoridade resolver
Ü Saber da honra ao pastor da igreja sem extremismo
Ü Servir com alegria e não com ressentimento a igreja do Deus vivo
Ü Não participar dos pecados alheio, e não colocar a mão precipitadamente em quem praticou pecado de morte
Ü Não deixar que os membros da igreja venham lhe dominar
Ü Saber conduzir o culto divino terminando o culto na hora certa
Ü Saber apresentar os visitantes mostrando que estar alegre com a presença dos mesmos.
Ü Nunca ser afavor de obreiros contra o pastor
Ü Saber aconselhar os membros da igreja com uma palavra de sabedoria e autoridade
Ü Não fazer nada que esteja alem da sua função e autoridade
Ü Saber falar a verdade com sabedoria sem ofender as pessoas
Ü Mostrar amor pelas almas perdidas
Ü Ser amante da escola do minical
O obreiro como professor da escola dominical (escolhendo professor)
A escola dominical é sem duvida alguma a maior e mais antiga escola popular de instrução teológica e doutrinaria da igreja nos tempos modernos .a sua influencia tem sedo de inestimável valor na preparação dos mais variados tipos de obreiros para a causa de cristo.
Até onde sabemos, não existe nenhum obreiro bem sucedido que antes não tenha sido aluno da escola dominical.
Seria uma incoerência falarmos da importância da escola dominical, excetuando a pessoa do professor, peça mestra da potente maquina desta mesma escola. O seu valor excede a todo o sistema logístico da escola dominical. Por isso esperamos que não só o ministro da igreja reconheça o valor que tem o professor da escola dominical, mais que o próprio professor considere isto, procurando viver e agir no sentido de não desapontar a Deus e à igreja que lhe confiou tão digno oficio.
O obreiro que exerci a função de professor, e aqueles que ainda irão exercer a função de professor da escola dominical, requer se o seguinte dos mesmos:
Ser um estudante amante da bíblia
Prepara a sua lição antes de ministrar
Amar os seus alunos
Visitar seus alunos
Ser exemplo aos seus alunos
Ser humilde para reconhecer que não sabe de tudo
Deva gostar de ler bons livros evangélicos
Deva persistir em ler as escritura
Deva gostar de literatura secular sadia
Deva ter prazer ao ensinar e se dedicar nisto com esmero e cuidado
Deva viver o que ensina
Nunca mostrar se desanimado ao ensinar pra não desanimar os alunos
Nunca contender à palavra de Deus com ninguém, pois a palavra e pra ser estudado e não contendida.
Não desabafa contra ninguém quando estiver ensinado
Esforça para ministra a lição toda se for possível
Não passar do horário de terminar a escola dominical
Deve ter o cuidado de nunca ler demasiadamente a bíblia quando estiver ensinado, esquecendo-se do conteúdo da lição.

Líder de mocidade (separação de lideres de mocidade).
Líder de circulo de oração (separação de lideres de circulo de oração)
Líder de tarde de benção (separação)



terça-feira, 26 de agosto de 2008

Reflexões sobre o Pastoreamento

Reflexões sobre o Pastoreamento
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Escrito por Jamê Nobre

Nesses tempos de grande crescimento numérico uma coisa deveria ocupar a nossa mente: como fazer para pastorear efetivamente esse povo que chega?

Ezequiel 34

Podemos correr para formar homens que vão atrás das ovelhas e que cumpram um papel de assistência ao povo sem preocupar com algumas coisas fundamentais.
Precisamos de homens que nos ajudem a manter as pessoas na igreja, é verdade, mas que tipo de homens estamos formando?

Podemos estar formando servos fiéis sem, contudo ensiná-los a ser pessoas que estejam constantemente diante do Senhor, como filhos amados, como uma noiva dedicada ao noivo.
Podemos estar gerando servos e não pessoas de relacionamento, como um filho é com o Pai.
Paulo explica para nós qual é a sua meta no seu trabalho pastoral:
"Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo." (2CO 11:2)O povo que Paulo preparava não era simplesmente servos, mas pessoas comparadas a noiva, virgem pura para um marido, e isso fala de relacionamento e não de serviço.
O que devemos fazer é formar obreiros cuja prioridade maior seja o estar diante de Deus e não o fazer coisas para o Senhor. No juízo o que vai importar não são as coisas que fizemos, e sim se ele nos conheceu.
"Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?"

"E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade." (MT 7:22,23)Precisamos mudar, urgentemente, o foco do nosso trabalho. Ao invés de formar servos, devemos formar pessoas de relacionamento com o Senhor. Essa é Sua ênfase."E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar," (MC 3:14)Por causa da pressa em formar trabalhadores e por causa da pressão do crescimento não pastoreamos como devemos fazer e isso cria um rebanho adolescente, no sentido de que pode adoecer. Depois de um tempo passamos a exercer um ministério de crise. Isto é, pastoreamos no prejuízo. Explicando, o nosso ministério passa a ser o de correr atrás de pessoas que estão se esfriando, se afastando ou que se perderam.

Existe uma forma de pastoreamento sem ser essa?O livro de Ezequiel, capítulo 34, mostra o Senhor como um pastor preocupado com seu rebanho na mão de pastores que não cuidavam bem do rebanho. Nesse capítulo ele diz como iria pastorear o rebanho.Algo que deve ser notado é que o Senhor se refere ao rebanho como seu 14 vezes. Isso deve ser visto não como força de expressão, mas como uma afirmação de Deus de que o rebanho não pertence aos pastores, mas ao Senhor, portanto a forma de cuidar deve ser de acordo com a forma de Deus cuidar.O capitulo pode ser dividido em três partes básicas:

1 - do versículo 1 até o 10 - Juízo contra os maus pastores
2 - do versículo 11 até o 16 - O pastoreamento do verdadeiro pastor
3 - do 17 até o 31 - juízo e promessas.

Na primeira parte ele fala contra os pastores que degolavam o cevado, vestiam-se da lã, comiam a gordura, mas não apascentavam as ovelhas.

O JUÍZO
O problema não era o que faziam com o rebanho, mas o que não faziam, e o normal é que o trabalhador receba por aquilo que faz. Paulo diz que o que planta espera usufruir dos frutos.
Aqueles pastores não pastoreavam, mas comiam do rebanho.
"Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza, e dize aos pastores: Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não devem os pastores apascentar as ovelhas? Comeis a gordura, e vos vestis da lã; matais o cevado; mas não apascentais as ovelhas.

As fracas não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza." (EZ 34:2-4)

O texto fala de ovelhas fracas, doentes, quebradas, desgarradas e perdidas. Num primeiro momento entendemos que são situações nas quais estão diversas ovelhas. Mas, poríamos pensar também que pode ser graus, ou estágios possíveis da vida de uma ovelha.
Ou seja, uma ovelha fraca é aquela que está suscetível às doenças. Ela pode, por causa de sua fraqueza, ou debilidade, se tornar doente.
Uma ovelha que está num estado de doença, isto é, um estado continuado ou crônico, pode entrar nua situação de quebra ou trauma psicológico.

A tendência dessa ovelha é se fechar, se recolher em si mesma, tornando-se arredia, mesmo dentro do rebanho, (ou nas reuniões) desgarrando-se do convívio das outras ovelhas, repito, ainda participando de reuniões. É aquele tipo de situação em que percebemos o recolhimento, ou afastamento, da pessoa e quando lhe perguntamos como está ela responde com monossílabos.
Perdida! Esse é o último estágio, quando a ovelha se afasta fisicamente do rebanho.
Infelizmente, a maior parte do nosso trabalho é correr atrás de ovelhas que se perderam, e isso é o que o Senhor quer também. Ele disse aos seus discípulos que fossem atrás das ovelhas perdidas da casa de Israel.
Mas, não é o caso de mudarmos a nossa abordagem, trabalhando nas ovelhas de tal forma que não fiquem fracas e assim passem por todo um desencadeamento de problemas?
Precisamos entender que, se fortalecermos a fraca ela não adoecerá, não se quebrará, não se desgarrará e não se perderá.

O pastoreamento do Senhor

"Como o pastor busca o seu rebanho, no dia em que está no meio das suas ovelhas dispersas, assim buscarei as minhas ovelhas; e livrá-las-ei de todos os lugares por onde andam espalhadas, no dia nublado e de escuridão. E tirá-las-ei dos povos, e as congregarei dos países, e as trarei à sua própria terra, e as apascentarei nos montes de Israel, junto aos rios, e em todas as habitações da terra." (EZ 34:12,13)Se existe uma palavra de juízo contar os pastores que pastoreiam mal, e se nós queremos pastorear da forma que Deus pastoreia, devemos prestar atenção no trabalho que Ele disso que iria realizar.

Ele disse que iria introduzir o povo na sua própria terra, pastorear nos montes de Israel, junto às correntes das águas e nos lugares habitados.

Sua própria terra

Entendo que a primeira coisa se refere a levar o povo para uma situação de estabilidade quanto a moradia. O povo não mais seria nômade, vagando de um lado para o outro, mas estaria no seu próprio lugar.

Uma situação que causa fadiga é o fato de não estarmos em nosso lugar, não pertencermos ao lugar onde estamos, numa situação de coisa provisória, de momento passageiro, estar no meio de um povo sem pertencer a ele.
O escritor aos Hebreus nos exorta "... a não deixar a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia." (HB 10:25)

A palavra congregação não se refere a uma reunião, mas a rebanho. O termo significa ser da mesma grei. Pertencer a um rebanho.
Um fator que trás tranqüilidade a alguém é estar no meio de seu povo, de sua família. A ovelha precisa se sentir em meio à sua família. O próprio Senhor disse que faria com que o solitário habitasse em família.

Congregar, portanto, não é participar de reuniões e sim pertencer a um rebanho.
O Senhor não nos fez para estarmos em solidão, pois, quem anda em solidão busca seu próprio interesse e insurge contra a verdadeira sabedoria. E ele disse que não é bom que o homem esteja só.
O bom pastoreamento deve visar, entre outras coisas, que as ovelhas tenham o sentimento e a vida de corpo, onde ela sinta que pertence a um povo e sente que tem família.

Montes de Israel

Na história de Israel existem alguns montes que se tornaram símbolos de experiências vividas com Deus e são figura de relacionamento ou acontecimentos.
Quando nos referimos a um desses montes estamos, na realidade, nos referindo à experiência, ou a um fato acontecido ali.

Só para mencionar alguns: Abarim (Nm 27:12); Ararat (Gn 8:4); Basã (Sl 68:15); Betel ( 1Sm13:2); Carmelo (1Rs 18:19); Oliveiras (Mt 21:1); Ebal (Dt 11:29); Efraim (Js 17:15); Gileade (Gn 31:21); Grizim (Dt 11:29); Gilboa (1Sm 28:4); Hermon (Dt 3:8); Hor (Nm 20:22); Horebe (Ex 3:1); Líbano (3:25); Mizar (Sl 42:6); Moriá (Gn 22:2); Nebo (Dt 32:49); Pisga (Nm 21:20); Seir (Gn 14:6); Sinai (Ex 16:1); Sião (2Sm5:7); Tabor (Jz 4:6).O que podemos aprender com a frase Apastorear nos Montes de Israel@ é que o Senhor vai nos levar a ter as experiências parecidas, ou iguais, às que o povo Hebreu teve nesses montes.

Desses montes podemos separar alguns, que considero de importância capital na vida do povo de Deus, sobre os quais o povo vai ser pastoreado:1 - Moriá - Lugar da prova - Vida de renuncia, e entrega total ao Senhor. Uma vida de discipulado, seguindo a Jesus sem medir as conseqüências.2 - Horebe - Revelação de Deus - A ovelha precisa conhecer ao Senhor. Jesus chama isso de vida eterna. A revelação da pessoa de Deus é a base para toda a nossa vida cristã. Se não conhecemos a Deus somos meros religiosos. Conhecemos a forma, sem o conteúdo.3 - Sinai - Revelação da Lei - A palavra de Deus é a espada do Espírito. Isso significa que é a nossa arma na nossa luta contra o pecado, o mundo e Satanás, e é também o instrumento do Espírito de Deus para abrir-nos até as nossas profundezas. Para cortar aquilo que deve ser cortado. A palavra é a lâmpada e luz que nos guia, purifica, exorta, consola, salva, cura, limpa, corrige, educa, edifica, disciplina.4 - Calvário - Revelação de Cristo e identificação na Sua morte - A nossa vida deve estar unida à de Cristo em sua cruz se quisermos ter vitória sobre a nossa velha natureza. A cruz de Cristo é o lugar onde o cristão encontra a justificação de seus pecados e a libertação de todo jugo.5 - Sião - Revelação da igreja, do corpo de Cristo - A primeira revelação que Paulo teve foi da pessoas de jesus Cristo ligado à Sua igreja. "Sou Jesus a quem tu persegues". Nessa frase Paulo percebeu a indivisibilidade do Senhor e do Seu corpo.

Para congregar, cooperar, estar ligado, a ovelha precisa discernir o corpo de Cristo. A falta de discernimento produz fraquezas e doenças no meio do rebanho.
"Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do SENHOR. Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem." (1CO 11:29, 30)
Por outro lado, um rebanho saudável, é aquele que, na graça do Espírito Santo, faz fluir os dons e os ministérios do Senhor trazendo cura, libertação e vida para cada membro.

Junto às correntes.


Outro lugar no qual o Senhor vai pastorear o seu povo é junto às correntes. O Salmo 46 fala que há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus. No próprio livro de Ezequiel, no capítulo 47 o Senhor fala das águas purificadoras.
Jesus disse que quem cresse nele, rios de água viva fluiriam de seu interior, como dizem as escrituras.
Essas águas são figuras de uma vida no poder Espírito Santo.
O povo de Deus precisa ser levado a uma vida fluente no Espírito Santo.
Temos dois extremos: ou levamos o povo a um fanatismo místico, onde todas as coisas são espiritualizadas, ou levamos o povo a uma vida intelectualizada, baseada nas Escrituras sem revelação.

Jesus disse que os fariseus erravam por não conhecerem as ESCRITURAS e o PODER de Deus. Paulo aconselha a Timóteo a não tomar somente água, mas mistura-la com vinho por causa da sua doença de estômago.
Não podemos abrir mão das escrituras ou da vida mística no Espirito Santo.
Precisamos, hoje, mais do que nunca uma vida dirigida pelo Espírito de Deus. Ele é quem vai nos capacitar, habilitar, conduzir e instruir. A graça de Jesus é transmitida pela pessoa do Espírito Santo hoje.

Jesus falou que o Espirito Santo iria nos guiar a toda a verdade, iria nos fazer conhecer ao Pai e iria nos guiar em tudo o que necessitássemos.
A Igreja hoje precisa passar, novamente por um despertamento pelo Espírito Santo para voltar à prática das boas obras e ter uma ida santa.Lugares Habitados
O pastoreamento do Senhor leva a Igreja a uma vida de comunhão e companheirismo.
Uma igreja dirigida pelo Espírito Santo é uma Igreja ajustada, consolidada, que auxiliada por todas as juntas na justa cooperação de cada parte, vai efetuando seu crescimento para edificação de se mesma em amor.

Um tipo de vida desse produz bênção, e não >somente= bênção, mas VIDA para sempre.
A igreja pastoreada pelo Senhor é uma congregação onde os seus membros vivem em família e a individualidade coopera com o todo, e onde o individualismo é banido.
O povo de Deus, pastoreado por Deus, vive em comunhão e não anda sozinho. Não se insurge contra a verdadeira sabedoria nem busca seu próprio interesse.
Cada um se alegra com aquele que alegra e chora com o que chora.
O Espírito Santo leva as pessoas a se ajudarem comprometidas umas com as outras.
A comunidade que vivia em Jerusalém era um povo cujo coração e alma era um só. Isso é viver em lugares habitados.

A Proposta

Se compreendemos que essa é a forma de Jesus , o Sumo Pastor, pastorear seu povo, devemos aprender com ele para que não entremos no juízo dos próximos versículos.
Precisamos aprender a exercer um pastorado onde não somente corramos atrás daquela que se perdeu, mas que não deixemos enfraquecer nenhuma ovelha.
Para isso precisamos cuidar de poucas ovelhas, levando-as a uma comunhão plena com o Pai, pois somente isso pode fortalecer alguém.

A Palavra nos ensina que a alegria do Senhor é a nossa força, ainda que alguns queiram inverter isso."... porque a alegria do SENHOR é a vossa força." (NE 8:10)
A nossa responsabilidade é alegrar o coração de Deus acima de tudo. Se O amamos isso se tornará prazeroso.

Se amamos ao Senhor vamos querer passar o maior tempo possível em Sua presença, conversando e ouvindo a Sua voz.
Se alegramos o coração de Deus ele nos dará a força necessária para executarmos Sua vontade e, mais que isso, ser o que Ele deseja que sejamos.
Os que estamos envolvidos com o cuidado do povo precisamos adquirir a mentalidade de amigo do Noivo, para ensinarmos a esse povo a se relacionar com Ele. Isto é tão sério que Jesus chama de VIDA ETERNA: o conhecimento de Deus."E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." (JO 17:3)O conhecimento referido por Jesus não fala de uma mera consciência, mas de uma experiência com o Senhor. Expressando melhor a idéia, Jesus disse àqueles que fizeram algumas coisas em Seu nome que se afastassem pois o Ele não os conhecia.

Será que existe algum ser vivo na face da terra que passa desapercebido dos olhos do Senhor?
Então, compreendemos que o conhecimento aqui é mais que uma visão ou um encontro fortuito, mas um relacionamento íntimo de duas pessoas que se amam.
Precisamos, sob pena de sermos julgados por Deus, levar seu povo a conhecer ao Senhor e prosseguir em conhecê-Lo.
"Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade." (MT 7:22,23)
Aqui percebemos a grande diferença em fazer e ser; em trabalhar para o Senhor e trabalhar com Ele; em estar com Ele e servir.

Não é que seja errado ser servo do Senhor, mas o servo não fica para sempre na casa.
A serva cuida de tudo na casa, mas o deitar com o Senhor da casa lhe é vedado. Somente a esposa tem esse privilégio, segundo palavras do nosso amado Paulo Júnior.

A nossa atitude diante do Senhor Supremo é de grande humilhação, e ele nos chama para sermos seus amigos, filhos e esposa.
Chegamos diante dele como servos e ele nos chama para tomar assento com ele na Sua mesa.
Precisamos ser uma Igreja de amigos de Deus, para isso devemos buscar conhecê-lo intimamente, andar com ele e acima de tudo ama-lo de toda a nossa força, de toda a nossa alma, e de todo nosso entendimento.