segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Dízimos o que isto é...


Introdução:

Este pequeno seminário é uma fonte de bênção para todos os que Amam a palavra de Deus e que realmente querem ser Abençoados com toda sorte de bênção do céu em cristo. Escrevi está apostila usando perguntas para melhor compreensão do conteúdo da mesma, e responder a muitos questionamentos de tão elevado tema que é o dízimo. Creio que todos aqueles que participarem deste seminário serão alcançados com a benção da fartura que só tem os que são fiéis ao senhor com os dízimos e ofertas.

Sumário

• Por que, não sou abençoado já que
dou os meus dízimos ao senhor?
• Como devemos dar os nossos dízimos?
• De quem são os dízimos?
• A onde devemos dar os dízimos?
• Porque devemos dar os dízimos?
• O que não é dizimo?
• Porque muitos não são disfemistas?
• Quem deve participar dos dízimos?
• Como os dízimos devem ser administrados?

Porque Não sou abençoado já que dou os meus dízimos ao senhor?

• Não basta darmos os dízimos ao senhor se não estamos dando com
alegria mais com tristeza por estamos dando os nossos dízimos.

• Muitos dão os dízimos e colocam Deus na parede proferindo ameaças.

• Muitos dão os dízimos pela metade.

• Muitos sem serem sacerdotes administram os dízimos do senhor.

• Muitos dão os dízimos e tocam trombetas que são disfemistas.

• Muitos dão os dízimos e falam que não deveriam ter dado porque lhes fez
falta.

• Muitos dão o pior que tem para o senhor pensando que é dízimo ao senhor na realidade não é dizimo, é uma oferenda ao deus da avareza da miséria da estrema pobreza e não ao Deus de toda riqueza.

• Muitos dão os dízimos e não são zelosos com que tem, desperdiçam e estraga as coisas que o senhor tem dado para zelar.

• Muitos são maus administradores dos 90% que o senhor nos dar para administrar, e a má administração nos faz sermos servos maus e infiéis, pois Deus quer que multiplicamos, pois quando diminuímos os nossos dízimos diminui e a obra do senhor e atingida.

• Muitos São dízimistas mais são negligentes no trabalho secundário e na obra do senhor.

• Muitos São dízimistas e se entregam a infidelidade com as coisas santas do senhor

• A desonestidade nos negócios e uma trava que trava as portas da prosperidade na sociedade, pois ninguém gosta de gente desonesta. Imagine Deus que é justo em tudo que faz.

• A falta de misericórdia e um fator que impede a benção da prosperidade, como, pois queremos que Deus seja misericordioso conosco se não temos compaixão da miséria do nosso próximo. Os fariseus davam os dízimos mais não tinha misericórdia.

• O orgulho religioso: Na historia do publicano e o fariseu contemplamos o orgulho do fariseu devoto nos seus dízimos, e o publicano que reconheceu os seus pecados e foi justificado diante de Deus. Cuidado com seu orgulho religioso.

• A falta de submissão.

• A falta da voluntariedade.

• A inveja e cobiça.

Como devemos dar os nossos dízimos?

• Der os dízimos com alegria. Se dermos os dízimos com tristezas no coração aumentaremos a tristeza que á em nosso coração, e receberemos com tristeza bens que não nos alegrará.

• Der antes de comprar alguma coisa para você. Em regra geral é melhor prevenirmos antes de irmos às compras para não coremos o risco de gastarmos o dízimo do senhor.

• Der o dizimo do seu tempo honrando ao senhor priorizando o dia de domingo indo à escola dominical e louvando ao senhor.

• Der o melhor de tudo que você tem. O que de ruim você tem use você mesmo não der ao senhor.

• Der agradecendo a Deus por você ser dízimista voluntário.

• Der voluntariamente e não forçado.

• Der sem se gabar.

• Der sem querer algo em troca.

• Der você mesmo, não transfira está responsabilidade a outra pessoa.

De quem são os dízimos?

• Os dízimos são do senhor e dos levitas e sacerdotes que servia ao senhor na tenda da congregação (Nm 18:21-28)

A onde devemos dar os dízimos?

• Na igreja que congregamos e não em outra igreja.

• Na tesouraria da igreja e nunca a obreiros que não são tesoureiros da casa do senhor.

• A membros que não tem autoridade para receber os dízimos.

Porque devemos dar os dízimos?

• Porque é uma proteção financeira Ml 3:11

• Porque é uma benção abundante Ml 3:10

• Porque é um mandamento Ml 3:10

• Porque alegramos o coração de Deus 2Co 9:7

• Porque é bom, e trais alegria a nossa alma.

• Porque abençoa o povo de Deus e a sua obra.

• Porque é uma proteção contra a avareza e inveja.

• Porque o dízimo é santo Lv 27:30-32

• Porque tudo pertence ao senhor Sl 24:1

• Porque desfrutaremos dele na casa de Deus Dt 14:23

• Porque é bem melhor dar do que receber At 20:35

• Porque o nosso real tesouro está no céu Mt 6:20

• Porque Deus suprirá todas as nossas necessidades Fp 4:19

• Porque Deus nos livra das preocupações.

• Porque o senhor nos guarda das más influencias de crentes infiéis.

• Porque teremos sucesso em nossos negócios.

O que não é dizimo?

• Dízimo não é salvação.

• Dízimo não é perdão de pecados.

• Dízimo não é oferta.

• Dízimo não é coisa de homens e sim de Deus.

• Complemento financeiro.

• Dízimo não é 20% é 10% o que passar disto é oferta ao senhor.

• Dízimos não é poupança de obreiros.

• Dízimo não é trampolim para consagração ministerial.

Porque muitos não são disfemistas?

• A falta de ensinamento da doutrina do dízimo leva muitos a não serem disfemistas. Muitos pastores não ensinam os membros da sua igreja à doutrina do dízimo por ter medo dos membros o interpretarem como um pastor avarento e que só fala de dinheiro. Meus colegas quanto mais você ensinar sua igreja a dizimar, tanto mais ela vai dizimar. Se nos não ensinarmos estaremos amaldiçoando os nossos irmãos, pois é o nosso dever ensiná-los a serem abençoados e não amaldiçoados.

• A incredulidade: não acreditam que os dízimos são benção para os que são fiéis, e acham que não serão prejudicados financeiramente.

• Conselhos ao contrario de crentes infiéis que só querem sugar da igreja e nunca colaboram com a obra do senhor.

• Ensinamentos de falcas doutrinas concernente a doutrina do dízimo.

• A má aplicação dos dízimos na igreja.

• Desvios de finalidades das finanças para uso pessoal fora dos padrões bíblicos.

Quem deve participar dos dízimos?

• Os obreiros fiéis nos seus dízimos.

• Os crentes fiéis nos seus dízimos.

• Os missionários que realmente são missionários.

A igreja deve receber dízimos dos não crentes?

• A igreja deve recebe dízimos dos não crentes quando não tem conhecimento da origem do dinheiro, se tem conhecimento que o dinheiro tem sua origem no roubo, e na prostituição, o tal dinheiro tem que ser rejeitado, pois é amaldiçoado, e, portanto quem o recebe e igualmente amaldiçoado.

Quem não deve participar dos dízimos?

• Os obreiros infiéis que não dão dízimo.

• Os crentes infiéis que não dão dízimo.

• Os que são contra o pastor da igreja e que vivem fazendo montinho para derrubá-lo.

• Crentes que são contra a igreja em geral e vivem falando da mesma.

• Os que são contra a doutrina do dízimo.

• Os negativos que não apóia os projetos da igreja.

• Os que vivem escandalizando a obra do senhor

Como os dízimos devem ser administrados?

1- Segundo o consenso do ministério.
2 - Conforme a palavra de Deus.
3 - Com sabedoria.
4 - Com verdade.
5 - Economicamente.

Os que não são dízimista estão apitos para participar da ceia do senhor?

A bíblia nos diz em 1 aos coríntios capitulo 6 e versículos 9 e 10, que os ladrões não herdarão o reino de Deus, portanto quem não é fiel nos seus dízimos não podem tomar a ceia do senhor. Tem o corpo de cristo parte com ladrões? Claro que não quem assim toma a ceia do senhor está tomando para sua própria condenação, e é por causa disto que temos muitos crentes doentes, que não são curados, e muitos fracos que não são fortalecidos, e dormentes que não são acordados.

AS RAZÕES DOS NÃO-DIZIMISTAS

Hebreus 7.1-10

A doutrina do dízimo é inaceitável para aqueles que ainda não tiveram uma experiência pessoal com Jesus Cristo. Isto porque não foram ainda marcados pela consciência da causa de Deus nem pela prioridade do Seu Reino. No Novo Testamento a palavra DÍZIMO aparece 9 vezes e ligadas a duas situações:

1) Mt 23.23 = Partindo dos lábios de Jesus em relação aos fariseus.

Jesus aqui reafirma a necessidade do dízimo, ao mesmo tempo em que denuncia sua prática como demonstração de piedade exterior (Lc 18.12) - "Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho." Também Jesus denuncia a prática do dízimo como substituição de valores do Reino tais quais: justiça, misericórdia e fé (Lc 11.42).

2) Hb 7. 1-10 = Eis as lições desse texto:

a) O Pai da fé deu dízimo de tudo - v. 2;

b) O pai da fé deu o dízimo do melhor - v. 4;

c) A entrega dos dízimos se deu não por pressão da lei, uma vez que o povo israelita ainda não existia e, portanto, muito menos a lei judaica - v. 6;

d) Hebreus nos faz perceber e reconhecer a superioridade do valor do dízimo que é dado a Cristo (imortal) em relação ao dado aos sacerdotes (mortais) - v. 8;

e) O autor destaca que os que administram os dízimos também devem ser disfemistas - v. 9.

Ser ou não ser dízimista é uma questão de acreditarmos na causa que abraçamos, na "pérola que encontramos."

Hoje muitos crentes não são fiéis a Deus na entrega dos dízimos. Para justificar esta atitude criam várias justificativas e desculpas. Se dependessem deles a igreja fecharia as portas. Não existiriam templos, nem pastores, nem missionários, nem bíblias distribuídas, nem assistência social.

Eis as justificativas clássicas dos não – dízimistas:

I. JUSTIFICATIVA TEOLÓGICA

Ah, eu não sou dízimista, porque DÍZIMO é da lei. E eu não estou debaixo da lei, mas sim da graça.

Sim! O dízimo é da lei, é antes da lei e é depois da lei. Ele foi sancionado por Cristo. Se for a graça que domina a nossa vida, porque ficamos sempre aquém da lei? Será que a graça não nos motiva a ir além da lei?

Veja: a lei dizia: Não matarás = EU, PORÉM VOS DIGO AQUELE QUE ODIAR É RÉU DE JUÍZO

A lei dizia: Não adulterarás = EU, PORÉM VOS DIGO QUALQUER QUE OLHAR COM INTENÇÃO IMPURA...

A lei dizia: Olho por olho, dente por dente = EU, PORÉM VOS DIGO: SE ALGUÉM TE FERIR A FACE DIREITA, DÁ-LHE TAMBÉM A ESQUERDA.

A graça vai além da lei: porque só nesta questão do dízimo, ela ficaria aquém da lei? Esta, portanto, é uma justificativa infundada.

Mt 23.23 = justiça, misericórdia e fé também são da lei. Se você está desobrigado em relação ao dízimo por ser da lei, então você também está em relação a estas virtudes.

II. JUSTIFICATIVA SENTIMENTAL

Muitos dizem: A bíblia diz em II Co 9.7 "Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria" = espontânea e com alegria. Só que este texto não fala de dízimo e sim de oferta. Dízimo é dívida. Não pagar dízimo é roubar de Deus.

Perguntamos também: O que estará acontecendo em nosso coração que não permite que não tenhamos alegria em dizimar? Em sustentar a Causa que abraçamos e defendemos?

III. JUSTIFICATIVA FINANCEIRA

"O que eu ganho não sobra ou mal dá para o meu sustento.

1) O dízimo não é sobra = Dízimo é primícias. "Honra ao Senhor com as primícias da tua renda." Deus não é Deus de sobras, de restos. Ele exige o primeiro e o melhor.

2) Contribua conforme a tua renda para que a tua renda não seja conforme a tua contribuição = Deus é fiel. Ele jamais fez uma exigência que não pudéssemos cumprir. Ele disse que abriria as janelas dos céus e nos daria bênçãos sem medidas se fôssemos fiéis. Ele nos ordenou a fazer prova Dele nesta área. Ele promete abrir as janelas do céu! Ele promete repreender o devorador por nossa causa.

3) Se não formos fiéis, Deus não deixa sobrar = Ageu diz que o infiel recebe salário e o coloca num saco furado. Vaza tudo. Foge entre os dedos. Quando somos infiéis fechamos as janelas dos céus com as nossas próprias mãos e espalhamos o devorador sobre os nossos próprios bens.

IV. JUSTIFICATIVA ASSISTENCIAL

"Prefiro dar meu dízimo aos pobres. Prefiro eu mesmo administrar meu dízimo.

“A Bíblia não nos autoriza a administrar por nossa conta os dízimos que são do Senhor. O dízimo não é nosso. Ele não nos pertence. Não temos o direito nem a permissão nem para retê-lo nem para administrá-lo. A ordem é: TRAZEI TODOS OS DÍZIMOS À CASA DO TESOURO PARA QUE HAJA MANTIMENTO NA MINHA CASA. A casa do Tesouro é a congregação onde assistimos e somos alimentados.

Mas será que damos realmente os "nossos" dízimos aos pobres? Com que regularidade? Será uma boa atitude fazer caridade com a parte que não nos pertence?

V. JUSTIFICATIVA POLÍTICA

"Eu não entrego mais os meus dízimos, porque eles não estão sendo bem administrados."

Não cabe a nós determinar e administrar do nosso jeito o dízimo do Senhor que entregamos. Se os dízimos não estão sendo bem administrados, os administradores darão conta a Deus. Não cabe a nós julgá-los, mas sim Deus é quem julga. Cabe a nós sermos fiéis.

Não será também que esta atitude seja aquela do menino briguento, dono da bola, que a coloca debaixo do braço sempre que as coisas não ocorrem do seu jeito?

Deus mandou que eu trouxesse os dízimos, mas não me nomeou fiscal do dízimo.

VI. JUSTIFICATIVA MÍOPE

"A igreja é rica e não precisa do meu dízimo."

Temos conhecimento das necessidades da igreja? Temos visão das possibilidades de investimento em prol do avanço da obra? Estamos com essa visão míope, estrábica, amarrando o avanço da obra de Deus, limitando a expansão do Evangelho?

AINDA, não entregamos o dízimo para a igreja. O dízimo não é da igreja. É DO SENHOR. Entregamo-lo ao Deus que é dono de todo ouro e de toda prata. Ele é rico. Ele não precisa de nada, mas exige fidelidade. Essa desculpa é a máscara da infidelidade.

VII. JUSTIFICATIVA CONTÁBIL

"Não tenho salário fixo e não sei o quanto ganho."

Será que admitimos que somos maus administradores dos nossos recursos? Como sabemos se o nosso dinheiro dará para cobrir as despesas de casa no final do mês?

Não sabendo o valor exato do salário, será que o nosso dízimo é maior ou menor do que a estimativa? Porque ficamos sempre aquém da estimativa? Será auto - proteção? Será desinteresse?

VIII. JUSTIFICATIVA ECLESIOLÓGICA

"Não sou membro da igreja"

Acreditamos mesmo que os nossos deveres de cristãos iniciam-se com o Batismo e a Profissão de Fé ou com a inclusão do nosso nome num rol de membros?

Não será incoerência defendermos que os privilégios começam quando aceitamos a Cristo: (o perdão, a vida eterna) e os deveres só depois que nos tornamos membros da igreja? Somos menos responsáveis pelo crescimento do Reino de Deus só porque não somos membros da igreja?

CONCLUSÃO

É hora de abandonarmos nossas evasivas. É hora de darmos um basta às nossas desculpas infundadas. É hora de pararmos de tentar enganar a nós mesmos e convencer a Deus com as nossas justificativas.

É hora de sermos fiéis ao Deus fiel. É hora de sabermos que tudo é de Deus: nossa casa, nosso carro, nossas roupas, nossas jóias, nossos bens, nossa vida, nossa saúde, nossa família. TUDO É DELE. Somos apenas mordomos, administradores. Mordomos e não donos. Deus quer de nós obediência e não desculpas. Fidelidade e não evasivas.

Que atitude vamos tomar? Nosso coração está onde está o nosso tesouro. Se buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus, não vamos ter problemas com o dízimo. Amém.

"Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o mundo e aqueles que nele habitam" (Sl 24.1).

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